Absolvido! Após 13h de deliberação em julgamento, rapper P. Diddy não irá responder por em 3 das 5 acusações, sem risco de prisão perpétua
P. Diddy é absolvido de tráfico sexual, mas condenado por tráfico de pessoas com finalidade de prostituição
O rapper e empresário Sean "P. Diddy" Combs foi hoje julgado em Manhattan, onde um júri o absolveu do crime de tráfico sexual, mas o condenou por dois casos de transporte de pessoas com fins de prostituição, crimes federais que podem acarretar até 20 anos de prisão (10 anos para cada acusação).
Durante as oito semanas de julgamento, a acusação alegou que Combs liderava uma rede que obrigava suas parceiras a participar de "sessões sexuais", também chamadas de "freak-offs". O Ministério Público também afirmava que ele controlava essas vítimas por meio de drogas, chantagens (como ameaça de divulgar material íntimo) e violência.
A defesa, por sua vez, sustentou que todas as atividades foram consensuais e destacou que Cassie Ventura e outra mulher, identificada como "Jane", participaram por livre e espontânea vontade: "mulheres fortes e independentes", afirmou, "que voluntariamente participavam destes atos porque queriam agradar a Combs".
Após o anúncio do veredito, Combs expressou gratidão ao júri com gestos de oração e apertos de mão, além de trocar sorrisos com seus advogados e familiares presentes no tribunal. O veredito representa um desfecho parcial para o artista de 55 anos, que ainda responde a acusações mais graves. Ele foi absolvido dos crimes de tráfico sexual e conspiração para extorsão, evitando assim a possibilidade de prisão perpétua.
O juiz ainda não definiu a pena exata. Enquanto isso, Combs, que está preso desde setembro de 2024, seguirá sob custódia até a sentença. ...
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