Script = https://s1.trrsf.com/update-1765905308/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

A declaração da irmã de Juliana Marins após deixar o IML

2 jul 2025 - 21h57
Compartilhar
Exibir comentários

Após a realização de uma nova autópsia no Instituto Médico-Legal (IML) do Rio de Janeiro, a família de Juliana Marins reforçou o apelo por esclarecimentos sobre as circunstâncias da morte da jovem, que caiu durante uma trilha no Monte Rinjani, na Indonésia.

Foto: Juliana Marins, brasileira que morreu em trilha na Indonésia ( Reprodução/Instagram) / Gávea News

Juliana, publicitária de 26 anos, estava em viagem pela Ásia quando sofreu um acidente no segundo maior vulcão da Indonésia. O corpo foi inicialmente examinado em Bali, onde a primeira autópsia apontou múltiplas fraturas, lesões internas e morte em até 20 minutos após a queda. Entretanto, familiares apontam falhas nesse procedimento, inclusive quanto à divulgação prematura do laudo à imprensa estrangeira, antes mesmo da comunicação à família.

Na manhã de quarta-feira (02 de julho), Mariana Marins, irmã da vítima, esteve no IML Afrânio Peixoto, no Centro do Rio, para acompanhar a liberação do corpo e prestar novos agradecimentos. "Agradeço muito ao IML, à PGE, à União e à Polícia Federal. Sem toda essa ajuda e comoção, a gente não teria conseguido trazer Juliana para o Rio tão rápido, nem realizar essa autópsia. Meu pedido é: não esqueçam Juliana", afirmou Mariana.

A nova análise, solicitada pela Defensoria Pública da União (DPU), teve início às 8h30 e durou cerca de duas horas e meia. A medida visa esclarecer pontos que permanecem nebulosos, como a data e o horário exato da morte, além de apurar se houve omissão de socorro por parte das autoridades locais. A certidão de óbito emitida na Indonésia, segundo a DPU, não foi conclusiva. "A família necessita de confirmação da data e horário da morte, a fim de apurar se houve omissão na prestação de socorro pelas autoridades indonésias", destacou a defensora pública federal Taísa Bittencourt.

O corpo de Juliana chegou ao Brasil por meio de um voo da Força Aérea Brasileira, após conexão em São Paulo. A urna desembarcou na Base Aérea do Galeão por volta das 19h40 (horário de Brasília). O translado foi acompanhado por familiares, incluindo uma prima que esteve com o pai da jovem na Indonésia durante o processo de repatriação.

O velório está marcado para sexta-feira (04 de julho), às 10h (horário de Brasília), no Cemitério Parque da Colina, em Pendotiba, Niterói. A cerimônia será aberta ao público, com previsão de cremação na sequência.

Em declaração à imprensa, Mariana concluiu: "Ela sofreu muita negligência nesse resgate. Então, a gente vai continuar atrás". A família, portanto, segue aguardando o resultado da nova autópsia, previsto para ser divulgado em até sete dias.

Gávea News
Compartilhar
Publicidade

Conheça nossos produtos

Seu Terra












Publicidade