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Ex-integrante das Pussycat Dolls acredita que apoio a Robert F. Kennedy Jr. custou vaga na reunião: 'Eu era um problema'

Jessica Sutta acredita que suas ideias do Make America Healthy Again e o apoio a RFK Jr. a fizeram perder a chance de se reunir ao grupo na próxima PCD Forever Tour

25 mar 2026 - 15h54
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A ex-integrante das Pussycat Dolls, Jessica Sutta acredita que suas opiniões ligadas ao Make America Healthy Again (MAHA) e seu apoio a Robert F. Kennedy Jr. lhe custaram a chance de se reunir ao grupo na próxima PCD Forever Tour.

Foto: Ricky Vigil M/GC Images / Rolling Stone Brasil

No início deste mês, as Pussycat Dolls anunciaram que voltariam como um trio, com as cantoras Nicole Scherzinger, Ashley Roberts e Kimberly Wyatt, pegando a estrada para uma turnê mundial de 53 datas pela América do Norte, Reino Unido e Europa. Recentemente, elas lançaram "Club Song" como aquecimento para a turnê, que começa na Califórnia em junho.

Originalmente um grupo pop sensual de seis integrantes, com Carmit Bachar e Melody Thornton na formação antes do fim em 2010, as Pussycat Dolls voltaram para uma turnê de reunião em 2019 sem Thornton, que recusou participar. A formação atual também deixou de fora Sutta e Bachar.

Sutta disse que foi "pegada de surpresa" com o retorno e atribuiu a decisão ao fato de apoiar Kennedy, o controverso secretário de Saúde e Serviços Humanos dos EUA, a quem Sutta se refere carinhosamente como "Bobby".

"Eu era um problema", explicou Sutta em um episódio recente do podcast The Maverick Approach. "Eu me alinho com Bobby Kennedy, e isso é se alinhar com o MAGA. Eu amo o que o Trump está fazendo? Com certeza não. Eu não acredito em guerra. Mas a comunidade de pessoas [lesionadas] por vacina não teria chance de receber ajuda sem ele. Mesmo ele não querendo que a gente exista, aliás. As pessoas gritam comigo: 'Você é MAGA, você é MAGA'. Sim, eu sou. Eu dobro a aposta, porque estou cansada de gente me dizendo quem eu deveria ser".

https://www.youtube.com/watch?v=JsCE7beVEjc

No ano passado, Sutta disse ao Daily Mail que sofre de fadiga crônica e dor muscular, entre outros problemas de saúde, após receber a segunda dose da vacina da Moderna contra a Covid em 2021.

Durante sua participação no podcast The Maverick Approach, Sutta continuou elogiando Kennedy, chamando-o de "altruísta" e "um ser humano maravilhoso". Ela acrescentou que ajudou Kennedy na campanha presidencial de 2024, falando em alguns eventos e apoiando-o publicamente, e observou que foi "agridoce" quando ele desistiu da corrida.

"Eu queria vê-lo como presidente", disse Sutta. "Eu acho que ele é um ser humano incrível. Acho que ele é bom demais para ser presidente. Ele tem um coração grande demais".

Ao falar sobre como se sentiu ao ser deixada de fora, Sutta afirmou que ficou particularmente chateada com a fundadora do grupo, Robin Antin, de quem Sutta disse que tentava obter esclarecimentos havia meses depois de ouvir rumores sobre uma possível reunião. Sobre Scherzinger, Sutta disse que a vocalista principal ligou no dia do anúncio, mas que Sutta não tem pressa em falar com ela.

"Eu não atendi", disse Sutta. "Eu não pretendo retornar a ligação. Eu amo a Nicole, isso é muito agridoce para mim. Eu respeito ela como artista. Eu até chorei de alegria quando ela ganhou o Tony [por Sunset Boulevard] recentemente… eu com certeza estava torcendo por ela, mas isso me mostrou exatamente por que eu não estou no grupo. Elas me mostraram exatamente quem elas são".

A ex-Pussycat Dolls Bachar também disse que foi deixada de fora em relação à reunião, dizendo que a decisão foi "decepcionante em nível pessoal", mas que segue orgulhosa do tempo em que fez parte do grupo.

"Dada a minha história com a marca, por ter feito parte da sua fundação muito antes do lançamento comercial e por ter sido fundamental nas conexões que levaram ao contrato com a gravadora, eu teria apreciado uma comunicação direta", escreveu Bachar em um post no Instagram. "Eu acredito que o legado de qualquer grupo é construído não apenas por quem é visto no palco, mas também pelas contribuições coletivas e pela visão compartilhada que o trouxe à vida".

Por sua vez, as integrantes atuais das Pussycat Dolls explicaram que o grupo reduzido é apenas parte de uma história de "formação em constante mudança".

"Acontece que agora estamos em um momento em que nos sentimos unidas e prontas para seguir em frente", Wyatt disse à BBC. "Esta é a formação para 2026, mas com as Pussycat Dolls você nunca sabe o que pode vir depois".

Rolling Stone Brasil Rolling Stone Brasil
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