Script = https://s1.trrsf.com/update-1768488324/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

O que é 'Aeroporto - Área Restrita', série que teve filmagens proibidas pela Polícia Federal

Gravações da oitava temporada estavam previstas para este sábado, 31, no Galeão; PF proibiu e auditores falam em "ciumeira institucional"

31 jan 2026 - 19h30
(atualizado às 19h39)
Compartilhar
Exibir comentários

A série documental "Aeroporto: Área Restrita" conquistou o público brasileiro ao mostrar o dia a dia das autoridades policiais nos aeroportos do Brasil. O programa, lançado em 2017, acompanha as equipes responsáveis pelas operações da vigilância alfandegária nos aeroportos internacionais de Guarulhos (São Paulo), Viracopos (Campinas) e Galeão (Rio de Janeiro).

No fluxo de passageiros que entram e saem do País, os profissionais se veem de frente a esquemas de tráfico internacional de drogas e medicamentos, transporte de substâncias ilícitas, imigração ilegal, crimes ambientais e outros.

"Aeroporto: Área Restrita" tem sete temporadas com 12 episódios cada. A mais recente estreou em outubro de 2025.

Série 'Aeroporto - Área Restrita' está na sétima temporada
Série 'Aeroporto - Área Restrita' está na sétima temporada
Foto: Discovery/Divulgação / Estadão

A série é produzida pela Moonshot Pictures para o Discovery Channel e está disponível nos serviços de streaming da HBO Max.

Proibição de filmagens

O Estadão mostrou que uma gravação que estava marcada para a tarde deste sábado, 31, no aeroporto do Galeão, no Rio, foi impedida de ser realizada por agentes da Polícia Federal. A PF enviou um ofício nesta sexta, 30, à concessionária RioGaleão informando sobre a proibição.

Segundo Kleber Cabral, presidente da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Unafisco), o clima já estava tenso há algum tempo entre policiais federais e auditores da Receita porque a série passou a focar, ao longo dos anos, mais nos casos envolvendo o órgão do que nas histórias da PF.

Ele diz estar havendo uma "ciumeira institucional" e que a ordem de proibir as gravações teria vindo do diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues. Procurado, Rodrigues disse que "o ofício é autoexplicativo".

Após a publicação da reportagem da Coluna do Estadão, a PF divulgou nota neste sábado, 31, dizendo que a vedação 'decorre do estrito cumprimento de normas constitucionais, legais e regulamentares que regem a segurança da aviação civil no Brasil'. O texto também afirma que "não há qualquer disputa institucional no episódio".

Estadão
Compartilhar
Publicidade

Conheça nossos produtos

Seu Terra












Publicidade