"Partiu meu coração": Diretor de Som da Liberdade ainda está abalado com reações ao filme e rebate declarações do elenco
Diretor se manifestou, distanciando-se de teorias da conspiração - e de Donald Trump.
Lançado pelo pequeno selo Angel Studios, Som da Liberdade arrecadou quase US$ 173 milhões até o momento. Um sucesso mais do que surpreendente, mesmo que parte do valor tenha sido alcançada através de campanhas de grupos "políticos" organizados, sob a prática de comprar ingressos em grandes quantidades, para distribuição gratuita. O thriller é baseado em supostos acontecimentos reais sobre a luta contra o tráfico de crianças como escravas sexuais.
Mas há muitas críticas ao longa. O foco não está apenas na questão do que é verdade e quanto pode ter sido inventado e/ou exagerado. Acima de tudo, a proximidade entre o ator principal Jim Caviezel e Tim Ballard (personagem controverso da vida real, que ele interpretou), e suas declarações sobre teorias da conspiração de extrema direita (QAnon), são constantemente debatidas entre a imprensa especializada.
Até o momento, o diretor Alejandro Monteverde havia se mantido a parte das polêmicas. Mas agora, ele quebrou o silêncio e revelou suas percepções à Variety e ao Los Angeles Times, entre outros sites do segmento.
Não é um filme de teoria da conspiração, afirma diretor
O diretor mexicano revelou que o carimbo como "filme QAnon" o atingiu fortemente: "Fiquei muito doente. Pensei: isso tudo está errado, isso tudo não é verdade. Partiu meu coração ver todas as polêmicas. Meu instinto foi fugir, que…
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