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O personagem de Tarantino que inspirou vilão de Ainda Estou Aqui

Luiz Bertazzo, que vive agente Schneider em longa de Walter Salles, revela influência do universo de Tarantino que o ajudou a construir aspecto sombrio de seu personagem

22 jan 2025 - 18h00
(atualizado em 22/1/2025 às 10h43)
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Foto: Luiz Bertazzo como Schneider em 'Ainda Estou Aqui': inspiração em personagem de Quentin Tarantino (Divulgação/Getty Images) / Rolling Stone Brasil
Luiz Bertazzo

, o ator que dá vida a Schneider, agente da ditadura que marca a virada no enredo de

Ainda Estou Aqui

, revelou uma inspiração inusitada para o papel - baseada em um filme de

Quentin Tarantino

.

Segundo o ator, seu personagem - um agente da ditadura que ocupa a casa dos Paiva quando Rubens Paiva (

Selton Mello

) é levado para um interrogatório - teve um tratamento cuidadoso de

Walter Salles

e da preparadora de elenco,

Amanda Gabriel

"O Walter tinha uma ideia muito concreta sobre essa cena na casa. Quando ensaiamos, pela primeira vez, as cortinas se fechando, entendi o sentimento de destruição daquele lar, daquele sonho de Brasil", contou ele em entrevista exclusiva à

Rolling Stone Brasil

. "O horror tinha que estar justamente na sensação de perigo por aquilo que não estava explícito, esse é mais um dos mecanismos de tortura dos agentes da ditadura: 'a falta de respostas'.

Inspiração em Tarantino

Apesar de baseado em uma figura real registrada no livro

Ainda Estou Aqui

, de

Marcelo Rubens Paiva

, Bertazzo lista ao menos um personagem da dramaturgia que o inspirou na construção de Schneider: o coronel nazista Hans Landa, vivido por

Christoph Walz

em

Bastardos Inglórios

(2009), de Quentin Tarantino.

Foto: Rolling Stone Brasil

"Se o militar fosse feito de forma violenta e bruta, poderia afastar o espectador, torná-lo um clichê, uma alegoria da violência. Quanto mais próximo ao cotidiano daquela casa, mais perigosos eles pareceriam", ele conta.

"Cheguei a rever o Christoph Waltz como o coronel nazista em Bastardos Inglórios, para ter onde apontar a bússola, e depois busquei encontrar a forma de um sujeito que poderia ser um vizinho, um familiar, alguém próximo, à espreita."

Leia a entrevista completa de Luiz Bertazzo para a

Rolling Stone Brasil

aqui.

Rolling Stone Brasil Rolling Stone Brasil
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