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Brad Pitt quer dar aulas de atuação para Neymar aprender a simular faltas

Em entrevista, o ator assistiu a um jogo da Copa do Mundo, se irritou com o exagero nas quedas e afirmou que "ele precisa de ajuda"

12 ago 2026 - 10h13
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Brad Pitt tem uma nova missão profissional em mente. Em entrevista à revista Esquire, publicada nesta segunda, 10, o ator contou que pretende abrir um "curso de simulação de faltas" para jogadores de futebol.

Brad Pitt brinca que quer ensinar Neymar a simular faltas com mais sutileza após ver quedas exageradas em jogo da Copa do Mundo na TV (Fotos: Katelyn Mulcahy — FIFA/FIFA via Getty Images e Ricardo Moreira/Getty Images)
Brad Pitt brinca que quer ensinar Neymar a simular faltas com mais sutileza após ver quedas exageradas em jogo da Copa do Mundo na TV (Fotos: Katelyn Mulcahy — FIFA/FIFA via Getty Images e Ricardo Moreira/Getty Images)
Foto: Rolling Stone Brasil

O aluno número um da lista tem nome e sobrenome: Neymar Jr.. "Por mais habilidoso que ele seja em campo, ele precisa de ajuda. Vou mostrar a ele como simular, como fazer com sutileza, como não exagerar para parecer real. Tenho um currículo completo", disse Pitt.

O estopim da declaração foi uma cena que o ator presenciou durante a Copa do Mundo. Pitt assistiu, pela televisão, à partida entre Alemanha e Paraguai quando um jogador paraguaio caiu, rolou pelo gramado e agarrou a perna, como se tivesse sofrido uma falta grave. A reação do ator foi imediata: ele se levantou do sofá e demonstrou ao repórter como a cena "deveria" ter sido interpretada. "É uma das piores atuações que já vi. Eu sei que cavar uma falta faz parte do jogo, mas, cara, eles precisam de muita ajuda", comentou.

A crítica ao exagero das simulações no futebol não impediu Pitt de reconhecer o talento de Neymar. O ator elogiou a movimentação do brasileiro em campo — chegou a compará-la à de um bailarino —, mas sustentou que a qualidade técnica do jogador não se transfere para as quedas encenadas. Na avaliação dele, o problema é justamente o excesso: simular faz parte do jogo, mas simular mal é outra história. E é aí que ele entraria, ao menos no plano hipotético da entrevista.

A conversa com a revista americana foi além do futebol. Pitt também falou sobre temas mais pesados, revelou ter voltado a beber depois de sete anos de sobriedade e admitiu ter tido pensamentos suicidas relacionados a questões familiares. O humor sobre Neymar e as simulações conviveu, portanto, com confissões de um momento delicado na vida pessoal do ator — um contraste que a própria revista destacou ao retratar o dia passado ao lado de um dos artistas mais famosos do mundo.

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