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Dani Oliveira transforma dor em inspiração e fala sobre saúde mental nas redes

Criadora de conteúdo com 2 milhões de seguidores, Dani Oliveira revela como enfrentou a depressão e usa sua história para encorajar outras pessoas

30 out 2025 - 14h09
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A criadora de conteúdo Dani Oliveira esteve nos estúdios da Contigo! para relembrar sua trajetória e detalhar como transformou momentos difíceis em histórias de superação. Com 2 milhões de seguidores, Dani explicou como um perfil criado inicialmente como passatempo acabou se tornando sua principal profissão e uma comunidade engajada.

Dani Oliveira transforma dor em inspiração e fala sobre saúde mental nas redes
Dani Oliveira transforma dor em inspiração e fala sobre saúde mental nas redes
Foto: Reprodução: Youtube / Contigo

"Foi muito genuíno, até porque eu comecei no Instagram justamente para me distrair. E aí eu contei isso, né, que eu tava passando por esse processo da depressão, estava em tratamento, em terapia com a medicação. E aquilo lá eu vi que foi criando uma identificação com as pessoas que estavam me seguindo a partir daquele momento", conta Dani.

Falar sobre depressão como propósito

A influenciadora tem se dedicado a quebrar tabus sobre saúde mental e usar sua influência para aproximar pessoas da ajuda necessária.

"Porque eu acho que a saúde mental hoje em dia a gente precisa de fato falar muito abertamente sobre isso e não ter vergonha, sabe? Eu acredito que a minha influência hoje dentro das redes sociais pode aproximar, né, com a dor de outras pessoas que passam por isso e muitas vezes não têm a coragem de se abrir, de procurar ajuda, né, por medo, por, né, achar que de repente vai ser julgada. Então, eu trago um pouco da minha história para encorajar as pessoas e dizer que de fato há saída, que a gente também é forte quando a gente precisa dizer que precisa de ajuda, sabe? Então, eu acho que esse é um papel que eu levo como um propósito. Se eu puder ajudar alguém com a minha história, eu faço".

Equilíbrio entre vida pessoal e digital

Com a rotina intensa das redes sociais, Dani destaca a importância de delimitar os limites entre a vida online e offline. "Sim, tem que ter, porque acaba que é 24 horas, né, a gente em relação ao celular. E como eu tenho, né, os filhos, né, o marido, então a gente precisa ir equilibrando esses pratos assim para não exceder, né, principalmente na questão das crianças assim. Hoje eu consigo me dar uma folga de não me cobrar tanto em: 'Tenho que estar todos os dias gravando vídeo, tenho que estar todo dia no story.' Claro, é algo que vai fluindo naturalmente, mas tem dias que a gente precisa saber o momento de dar uma pausa, se dedicar só à casa, aos filhos, né, ao marido, à vida real no sentido de humano, olho no olho, sabe?"

Humor como aliado da saúde mental

Para Dani, o humor é uma ferramenta essencial para lidar com os desafios do dia a dia e manter a saúde mental equilibrada. "Eu acho que é primordial assim, sabe? Tem várias questões aí, mas o humor, ele, ele salva, porque tem dias que a gente tá tão com a vida tão louca, né? Então, às vezes para um pouco, você vê uma coisa engraçada, é como se aquilo ali, né, tirasse aquele peso que a gente tava, né, daquele problema durante o dia. Então, eu acho que o humor ele traz essa dose de leveza para a vida da gente. Então, é como se fosse um analgésico. Você tá com a dor, a gente toma um analgésico para dar uma aliviada. A mesma coisa, eu digo que o sorriso, o humor, ele dá uma aliviada, sabe?".

Um conselho de quem já passou pelo fundo do poço

Além de entreter e inspirar, Dani busca sempre estar próxima de seus seguidores, respondendo mensagens e trocando experiências. E, para quem enfrenta momentos difíceis, ela deixa uma mensagem clara:

"Procurar ajuda. Não ter medo, não se envergonhar, sabe? Porque a saída é gerar um movimento dentro de si de que vai dar certo, que você vai conseguir. Porque quando a gente tá ali no fundo do poço, você olha para cima, você não vê saída, sabe? Mas quando a gente cria uma coragem de ir procurar essa ajuda, é o primeiro passo que a gente tá dando para, para sair daquilo. E tem que ir, tem que ir, tem que fazer o que o médico, eh, vai, né, orientar, o que o psicólogo também vai orientar. Eu acho que a fé também é algo que no meu caso me ajudou também, mas não é por, a depressão, ela não é por falta de fé, né? Não é por falta de acreditar em algo muito maior. Mas quando a gente vai se conectando com coisas que nos fortalece, eh, fica mais fácil a gente caminhar. É um dia por vez, um dia por vez, e fazer coisas que a gente gosta, que vai resgatando o, o brilho no olhar, sabe?".

CONFIRA A ENTREVISTA COMPLETA DA CONTIGO!:

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