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Crises e bastidores da prisão domiciliar de Jair Bolsonaro vêm à tona; confira detalhes

Primeira semana do ex-presidente Jair Bolsonaro, preso em casa, teve crises de soluço, mudanças de humor e visitas autorizadas pelo ministro

11 ago 2025 - 14h54
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Crises e bastidores da prisão domiciliar de Jair Bolsonaro vêm à tona
Crises e bastidores da prisão domiciliar de Jair Bolsonaro vêm à tona
Foto: Reprodução / Contigo

Jair Bolsonaro teve os primeiros dias de prisão domiciliar marcado pela presença de familiares e apoiadores. Segundo relatos, ele passou por momentos de irritação e abatimento, deixando claro seu descontentamento com a situação em que está. Além disso, o político tem enfrentado sérias crises de soluço, o que deixa os médicos em estado de alerta.

Pessoas próximas afirmaram que Bolsonaro considera a medida imposta pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), exagerada e injusta. A ordem de prisão foi determinada na última segunda-feira (04/08).

As crises de soluço, que já ocorriam antes do início da prisão domiciliar, seguem pertubando o político. O problema interfere na fala, prejudica o sono e, em alguns momentos, chega a provocar episódios de vômito. "Voltaram os episódios de soluço de forma intermitente. Ele já está se tratando do refluxo. Ele já teve outras crises em pós-operatórios, mas os períodos eram menores", explica o cardiologista Leandro Echenique, autorizado à acompanhar o estado de saúde de Jair.

Para pessoas próximas a Bolsonaro, seu estado de saúde deve ser levado em conta para impedir que ele seja encaminhado a uma prisão, caso seja condenado no processo que investiga a tentativa de golpe. Entre esses aliados, a avaliação é de que a condenação é um cenário provável.

As visitas autorizadas seguem um protocolo rígido. Quem entra na casa, seja amigo ou apoiador, precisa deixar o telefone no carro, atendendo à exigência do ministro, que determinou que o ex-presidente não tenha contato com aparelhos de comunicação.

Estado de saúde de Bolsonaro preocupa médicos

Ao portal Metrópoles, os médicos responsáveis por Bolsonaro, detalharam como o político está. "O ex-presidente está tomando dois remédios para esofagite. Ele apresenta sintomas como asia, queimação, soluço e tosse. O que mais o incomoda é o soluço. Quando o refluxo aumenta, aumenta o soluço. Ele era um touro antes da facada e virou outra pessoa depois", iniciaram.

Em seguida disseram: "De todas as internações pelas quais ele passou, só uma não foi decorrência da facada, que foi a erisipela. Todas as outras foram por conta da facada, que deixou sequela para o resto da vida. O abdômen dele não apresenta complicações no momento, mas não é normal, mesmo após a cirurgia. A cada vez que manipula, forma mais aderência. Abre para corrigir e faz mais aderência. A faca estava contaminada e rasgou o intestino"

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