Corpo de Juliana Marins é levado para análises após ser içado de vulcão na Indonésia antes de ser liberado à família; operação de resgate durou 7h
A operação para resgatar o corpo de Juliana Marins terminou por volta das 8h15 após 7h de trabalho nesta quarta-feira (25). Agora, exames detalhados serão realizados para que se possa liberar o traslado para o Brasil
Foi resgatado o corpo de Juliana Marins de um vulcão na Indonésia por volta das 8h15 de quarta-feira (25), hora local, após a morte da turista brasileira ser confirmada, gerando grande comoção e revolta nas redes sociais. Foram quatro dias de buscas pela publicitária, que no sábado fora largada numa trilha do Monte Rinjani, e cerca de 7h de operação para içar o corpo da jovem de 26 anos.
O procedimento de resgate envolveu no mínimo sete pessoas divididas em diferentes pontos do vulcão. O pai de Juliana, Manoel já chegou à Indonésia e só no desembarque soube da morte da filha, para quem deixou emocionante mensagem de despedida na web. Porém, ele precisará aguardar uns dias para realizar o traslado do corpo para o Brasil.
Caso Juliana Marins: mesmo parque teve 8 mortes em 5 anos
Assim que o corpo de Juliana for içado, ele será colocado em um helicóptero, sendo encaminhado para um hospital policial em Nusa Tenggara Ocidental, uma província da Indonésia. No local serão feitos exames mais detalhados. Segundo a Antara, agência de notícias daquele país, a intenção é confirmar a causa da morte de Juliana, que teve imagens do seu corpo exibidas por uma TV, gerando forte indignação.
Os exames devem ainda indicar o dia aproximado da morte da publicitária e turista brasileira, que desde fevereiro estava viajando pelo mundo. Em cinco anos, o mesmo parque da Tailândia registrou 190 acidentes com 180 feridos e oito mortes.
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