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"Disseram que só rock fazia sucesso", diz Bell Marques

Em entrevista ao Terra antes de comandar o Camaleão, Bell diz que é um artista que faz letras fáceis de lembrar

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Em entrevista antes do show, Bell revelou que tentaram convencê-lo a desistir do axé no início da carreira
Em entrevista antes do show, Bell revelou que tentaram convencê-lo a desistir do axé no início da carreira
Foto: Fernanda Sanjuan / PrimaPagina

Trinta anos de carreira no Chiclete com Banana consolidaram Bell Marques como um dos maiores nomes da axé music. Mais do que isso, esta rica trajetória ajudou a provar que é sim possível fazer sucesso com este estilo. Em entrevista instantes antes de comandar o bloco Camaleão neste domingo em Salvador, Bell lembrou que, no inicio de sua carreira, as pessoas o desencorajaram a seguir tocando o ritmo que viria a consagrá-lo.

“Disseram que eu tinha de fazer rock para fazer sucesso”, revela. No entanto, apesar de sua importância para o estilo, ele não se vê como protagonista da história do ritmo. “Vejo a todos nós, artistas do axé, como um grande grupo que faz nossa cultura prevalecer. Somos artistas de massa, que fazem letras fáceis de lembrar, que falam de amor e que pregam a alegria.”

Porém, apesar de toda a experiência de um grande puxador de trio, ele disse não ter preparado seu coração para a estreia como cantor solo. “No primeiro dia eu estava nervoso, preocupado. Não sabia se as pessoas estariam là... Mas no primeiro acorde, a massa respondeu e foi tudo lindo.”

Bell Marques deixou o Chiclete com Banana no ano passado, quando chegou a sair solo por um dia no bloco Voa Voa, na terça-feira de Carnaval. Mas considera 2015 como o ano de sua estreia de fato. “O Vumbora foi um sucesso, a banda tá afinada, fiquei super eufórico”, contou.

Apesar de toda a experiência, Bell revelou sentir um friozinho na barriga em seu primeiro Carnaval solo
Apesar de toda a experiência, Bell revelou sentir um friozinho na barriga em seu primeiro Carnaval solo
Foto: Fernanda Sanjuan / PrimaPagina

A emoção da estreia se repetiu hoje, e talvez com ainda mais intensidade. Afinal, pela primeira vez Bell iria puxar o Camaleão sem a banda que o consagrou. “Fico apreensivo, claro. O Camaleão é um monstro sagrado do Carnaval baiano”

Além de cantor e folião, Bell acompanha de perto a carreira dos filhos, Pipo e Rafa Marques, do Oito7Nove4. “Eles vão sofrer, por serem meus filhos, é claro! Mas estão preparados, evoluíram muito do ano passado para cá”, comentou. “São parte de uma nova geração talentosa, junto com Felipe Pezzon, da Banda Eva, e Lincoln Sena, do Duas Medidas.”

Fonte: PrimaPagina
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