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Blake Lively e Justin Baldoni discutem sobre testemunhas enquanto o julgamento se aproxima

Nenhum dos atores compareceu à conferência pré-julgamento de terça-feira, em que advogados discutiram a admissibilidade de depoimentos de peritos sobre os danos à reputação e as perdas econômicas de Lively

29 abr 2026 - 09h09
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Blake Lively e Justin Baldoni seguem em ritmo acelerado rumo ao julgamento de grande repercussão no próximo mês, levando ao ponto decisivo a prolongada saga judicial ligada ao filme É Assim Que Acaba (2024).

Fotos: Aeon/GC Images/James Devaney/GC Images
Fotos: Aeon/GC Images/James Devaney/GC Images
Foto: Rolling Stone Brasil

A seleção do júri está marcada para começar na segunda, 18 de maio. Os advogados de Lively estimam que seu caso levará de três a quatro semanas para ser apresentado, com a equipe de Baldoni dizendo que pode solicitar um período semelhante para apresentar a defesa.

Nem Lively nem Baldoni compareceram à conferência pré-julgamento de três horas realizada na terça-feira, em que seus advogados argumentaram diante do juiz federal Lewis Liman sobre a admissibilidade do depoimento de peritos, em especial de alegações relacionadas aos danos à reputação e às perdas econômicas de Lively.

A equipe jurídica de Lively busca apresentar depoimentos que estimam que a atriz de Gossip Girl: A Garota do Blog (2007) sofreu entre US$ 39 milhões e US$ 143 milhões em perdas após as consequências da disputa.

Um perito atribuiu parte dessas perdas ao impacto em seus negócios, incluindo sua nova linha de cuidados capilares, Blake Brown, e a marca de bebidas alcoólicas Betty Booze. Outro projetou que Lively deixou de receber um possível pagamento de US$ 35 milhões ligado a uma continuação de É Assim Que Acaba, além de outras oportunidades.

Os advogados de Baldoni contestaram, chamando as projeções de especulativas e extremamente infladas. Eles argumentaram que o histórico de trabalho de Lively não sustenta tais estimativas, observando que ela participou de apenas quatro filmes nos últimos oito anos, com ganhos totais de aproximadamente US$ 21 milhões.

O juiz Liman não decidiu imediatamente se o depoimento dos peritos sobre esses temas será permitido. Em vez disso, ele agendou provisoriamente uma audiência para a próxima semana, na qual ambos os lados poderão questionar os peritos diretamente.

A disputa envolvendo peritos ocorre enquanto o escopo do caso foi reduzido de forma significativa desde que Lively entrou com a ação, em dezembro de 2024. Em uma decisão no início deste mês, o juiz Liman rejeitou 10 das 13 alegações de Lively — incluindo acusações de assédio sexual — deixando o julgamento para se concentrar principalmente em retaliação e quebra de contrato.

Na queixa original, Lively acusou Baldoni e sua produtora, Wayfarer Studios, de promover um ambiente de trabalho tóxico, sexualmente carregado e discriminatório contra mulheres. Ela também alegou que, após levantar preocupações sobre esse comportamento em privado, Baldoni e os produtores do filme organizaram uma campanha coordenada de difamação, usando as redes sociais para "silenciá-la" e "eviscerá-la".

Baldoni e a Wayfarer negaram veementemente as alegações de Lively.

A tensão entre os dois colegas de elenco vazou para o público durante a estreia do filme, em agosto de 2024, quando Baldoni esteve visivelmente ausente do tapete vermelho. Investigadores on-line começaram a explorar o rompimento, levando a uma onda de notícias negativas sobre Lively.

As repercussões foram amplamente divulgadas e tiveram múltiplas frentes, com Baldoni apresentando uma reconvenção de US$ 400 milhões contra Lively — posteriormente rejeitada — alegando que ela o difamou. Ele também apresentou uma ação de difamação malsucedida contra o The New York Times, que noticiou a queixa de assédio sexual de Lively contra Baldoni. (Um juiz arquivou ambas as ações em junho de 2025.)

O caso extenso, que tem milhares de petições, é uma batalha para salvar reputações manchadas. Como o juiz Liman comentou anteriormente, ele viu o caso multimilionário como uma "briga entre equipes de relações públicas".

A disputa jurídica conseguiu envolver uma série de celebridades, algumas das quais podem ser chamadas ao tribunal para depor. O marido de Lively, Ryan Reynolds, e a amiga próxima Taylor Swift estavam entre dezenas de nomes em uma lista de possíveis testemunhas.

Rolling Stone Brasil Rolling Stone Brasil
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