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Teatro Scala é condenado por demitir militante pró-Palestina

Casa de ópera de Milão deverá pagar funcionária e readmiti-la

27 nov 2025 - 13h00
(atualizado às 13h16)
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O Teatro alla Scala, em Milão, foi condenado pela Justiça do Trabalho por ter demitido uma militante pró-Palestina em maio. A decisão contra uma das mais famosas casas de ópera do mundo foi anunciada nesta quinta-feira (27) pelo sindicato de base CUB, da capital da Lombardia. De acordo com o comunicado, a instituição deverá ressarcir a ex-funcionária com todos os salários mensais previstos até o término natural do contrato por prazo determinado, assim como terá que arcar com todos os custos do litígio. Por fim, o teatro deverá readmiti-la na função.

Protesto contra a demissão da lanterninha do Scala por gritar 'Palestina livre'
Protesto contra a demissão da lanterninha do Scala por gritar 'Palestina livre'
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

A mulher, que trabalhava como lanterninha na casa de ópera, foi demitida após gritar, em serviço, "Palestina livre", no último 4 de maio, antes de um concerto que contou com a presença da primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni.

"Desde o início, defendemos que gritar 'Palestina Livre' não é crime e que os trabalhadores não podem ser punidos por suas opiniões políticas", destacou a CUB em nota. 

Ansa - Brasil
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