Porto Alegre debate projeto que transforma praças em polos de cultura e empreendedorismo
Proposta "Vem Ser Feliz na Praça" prevê experiência-piloto de 12 meses no bairro Restinga com feiras, esportes e ações culturais.
O projeto de lei "Vem Ser Feliz na Praça", em debate em Porto Alegre, busca transformar as praças da capital em polos comunitários, culturais e econômicos por meio de parcerias com o setor privado e entidades locais. Proposta pela vereadora Cláudia Araújo, a iniciativa prevê feiras, esportes e lazer gratuito para estimular a economia regional. O programa terá uma fase de testes de doze meses na Praça Jornal Correio Brigadiano, na Restinga, antes de ser expandido para o restante da cidade.
A Prefeitura e a Câmara Municipal de Porto Alegre estão avaliando uma iniciativa que promete mudar a dinâmica dos espaços públicos da capital. O projeto de lei "Vem Ser Feliz na Praça", de autoria da vereadora Cláudia Araújo (PSD), busca instituir diretrizes para a ocupação comunitária, cultural, esportiva, recreativa e econômica das praças da cidade, aproximando a população das áreas verdes dos bairros.
Pela proposta, os espaços poderão receber uma ampla gama de atividades, incluindo feiras para empreendedores locais, campanhas de saúde, apresentações artísticas, recreação infantil, torneios esportivos, oficinas de contação de histórias e feiras de troca de livros. Para viabilizar a programação, o texto autoriza parcerias estratégicas entre órgãos públicos, entidades comunitárias, escolas, universidades, artistas e empresas privadas.
Como estratégia de implantação, o projeto estabelece uma fase de testes com duração de doze meses na Praça Jornal Correio Brigadiano, localizada no bairro Restinga. Esse período inicial servirá como laboratório para mensurar a adesão da comunidade, avaliar os impactos operacionais e coletar dados antes de planejar a expansão da iniciativa para outras regiões de Porto Alegre.
De acordo com a parlamentar autora da proposta, o objetivo central é resgatar o convívio familiar nos espaços públicos, fomentar a economia regional e dar visibilidade aos talentos e microempreendedores locais. A iniciativa aposta na revitalização urbana participativa para fortalecer o tecido social e garantir mais opções gratuitas de lazer e desenvolvimento econômico nos bairros.
CMPA.
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