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Jennifer Aniston vive ninfomaníaca: "fiz por instinto"

Filme 'Quero Matar Meu Chefe 2' estreia no País dia 4 de dezembro

3 dez 2014 - 12h52
(atualizado às 13h04)
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<p>Jennifer Aniston interpreta ninfomaníaca em  'Quero Matar Meu Chefe 2'</p>
Jennifer Aniston interpreta ninfomaníaca em 'Quero Matar Meu Chefe 2'
Foto: Divulgação

Há 20 anos, Jennifer Aniston se tornava a atriz 'queridinha da América' quando entrou no ar uma das séries mais bem sucedidas e lucrativas da TV americana, Friends. Já faz uma década que o seriado acabou, mas todos os dias algum episódio é reprisado nos Estados Unidos e Aniston, quase que semanalmente, estampa a capa de alguma revista, seja de moda ou de fofoca. Nesse último mês, além das especulações sobre uma possível festa de casamento para trocar alianças com o ator Justin Theroux, os holofotes também estão para o papel que ela volta a fazer na sequência Quero Matar Meu Chefe 2, comédia que entra em cartaz no Brasil na quinta-feira (4).

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"Eu realmente amo a Doutora Julia", disse Aniston ao Terra, em Los Angeles, sobre a personagem ninfomaníaca que interpreta. "Acho que os produtores achavam que eu não aceitaria fazer todas as cenas e eu realmente não esperava ler algo assim, mas foi por instinto que fiz, adoro os diálogos dela e não fiquei envergonhada em nenhum momento", diz a atriz.  

A eterna Rachel parece entrar em uma nova fase da carreira e arrisca mais do que sempre. Digamos que agora ela deixa um pouco de lado o papel de boa moça e dá mais a cara para bater. Tanto por fazer cenas mais picantes como arriscar no drama, gênero que mergulhou pouco em 25 anos de carreira, mas que agora a coloca em outro patamar: pode concorrer ao Oscar de Melhor Atriz pela interpretação no filme Cake, ainda inédito no Brasil.

<p>Jennifer Aniston interpreta ninfomaníaca em 'Quero Matar Meu Chefe 2'</p>
Jennifer Aniston interpreta ninfomaníaca em 'Quero Matar Meu Chefe 2'
Foto: Divulgação

A atriz mais do que bem humorada, doce ao extremo e cheia de sorrisos transborda nos olhos essa boa fase da vida. Numa conversa descontraída, ela falou dos papéis na nova comédia e no drama, de como é agora ir ao dentista, dos novos desafios de querer produzir os próprios filmes e dos chefes que já teve na vida. Alguém se arriscaria em não ser legal com a Rachel, ou melhor, com a Jennifer Aniston? Leia a entrevista.

Terra - O que você mais gosta na sua personagem desse filme, a dentista Doutora Julia?

Aniston -

Não tem o que não amar nela. É bem sucedida no trabalho e muito confiante na sexualidade dela. É divertido poder trabalhar em uma personagem com uma personalidade assim. Nós atores temos acesso a diferentes tipos de pessoas loucas em nossas cabeças e é ótimo quando temos uma oportunidade de poder mostrá-las.

<p>Jennifer Aniston interpreta ninfomaníaca em 'Quero Matar Meu Chefe 2'</p>
Jennifer Aniston interpreta ninfomaníaca em 'Quero Matar Meu Chefe 2'
Foto: Divulgação

Você se inspirou em alguma dentista que conhece?

Não, pode ter certeza, mas é divertido ir ao dentista agora, muito engraçado e eles me adoram. Antes de fazer o papel no primeiro filme, eu fui ao dentista para realmente observá-lo, ver a maneira que segura os instrumentos. É engraçado, estão sempre com as bocas cobertas com aqueles protetores, a gente vê apenas os olhos e é interessante imaginar o fetiche diante daquele cenário. Acho que é uma profissão com alto número de suicídio pois todo mundo odeia ir ao dentista, chegamos lá em estado miserável, com medo, acho que por isso a Julia teve que fazer algo para se divertir e aproveitar a vida. Agora eu me sinto mal por eles e me sinto bem quando sento na cadeira de um.

Você já teve algum chefe terrível, como sugere o nome do filme em inglês, Horrible Bosses?

Nunca, eu realmente só tive chefes ótimos. Não tive professores maravilhosos, mas dos chefes não posso reclamar.

Como você é como chefe?

Sou ótima (risos). Pode perguntar para qualquer um que trabalha comigo. Bom, não para todo mundo... Mas para mim o importante é que todos se divirtam e estejam felizes.

O quão difícil é fazer uma boa comédia?

É muito difícil, realmente difícil e a gente nunca sabe. A gente faz o melhor, sempre, e às vezes funciona, outras não. Um roteiro às vezes é ótimo e não funciona e vice-versa.

Neste ano você também fez o drama Cake, ainda inédito no Brasil e que está sendo aclamado pela crítica americana. É mais difícil fazer uma boa comédia ou um bom drama?

Acredito que é difícil garantir qualquer dos gêneros, não creio que um seja mais difícil do que o outro, cada um atinge diferente parte do cérebro, do processo criativo de uma pessoa. Para mim, comédia é parte da realidade, personagens que saem da vida real; e os papéis dramaticos, da mesma maneira, afinal a vida é um drama, drama muitas vezes é engraçado, a vida é engraçada. O humor vem do drama que é parte da nossa vida também. Acho que todo ator quer ter a oportunidade de mostrar o que sabe fazer e ser aceito em outros gêneros é extraordinário, não poderia estar mais grata de ter duas oportunidades como essas de mostrar duas personagens tão diferentes.

Mas como você se sente mais confortável, na comédia ou no drama?

Eu adoro comédias e me faz feliz poder entreter as pessoas e fazê-las rir. E para mim cada personagem é um meio para eu atingir diferentes públicos. Mas, claro, o meu papel em Cake foi um desafio que jamais tinha me deparado antes, foi gratificante. Fazer a Doutora Julia também foi gratificante, mas de forma diferente, é mais confortável, pois é engraçado, divertido. Em um drama, como Cake, você mergulha em uma história complexa, precisa de mais foco e dá muito mais trabalho para convencer, ser honesto àquele personagem, usa músculos diferentes.

Em Cake você também assinou a produção. Sente vontade de estar mais engajada em todo o processo de um filme?

Acho que é natural e o progresso de estar nesse negócio, querer ficar mais envolvida no processo criativo, não apenas ser contratada para fazer um papel. É interessante estar nessa missão de construir um filme, de colocar todos os elementos juntos, não apenas de um personagem mas de todos, trabalhar com o roteirista, diretor, equipe técnica, é divertido e muito interessante.

Muitos críticos estão falando que você pode ser indicada ao Oscar, pensa nisso?

(Risos) Eu não sei de nada.

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Fonte: Especial para Terra
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