Advogado de Angelina Jolie acusa Brad Pitt de assédio em meio à disputa judicial por vinícola
Paul Murphy, representante jurídico da atriz, afirma que o ator tenta de forma insistente obter registros financeiros da ex-mulher
O advogado de Angelina Jolie acusou Brad Pitt de assédio por tentar obter registros financeiros da atriz durante a disputa judicial pela vinícola Château Miraval, alegando que o ator busca controlar Jolie e a narrativa do caso.
A defesa de Angelina Jolie acusou o ex-marido da atriz, Brad Pitt, de assédio nesta quarta-feira, 7, em meio à disputa judicial envolvendo o Château Miraval, vinícola francesa adquirida pelo casal durante o casamento.
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Paul Murphy, advogado de Angelina, afirma que o ator tenta de forma insistente obter registros financeiros da ex-mulher referentes ao período de 2017 a 2019. Segundo ele, Pitt teria pedido à Justiça que determinasse a entrega dos documentos, mas a solicitação foi negada, já que a corte entendeu que o ator não apresentou argumentos suficientes para justificar a investigação de aspectos privados da vida financeira da atriz.
Murphy criticou a postura do ex-marido da cliente. "A exigência inflexível e assediadora do senhor Pitt por informações é apenas a mais recente manifestação da tentativa de controlá-la, assim como de controlar a narrativa deste caso", afirmou ele ao TMZ.
O advogado também afirmou que Jolie não gostaria de continuar envolvida em uma disputa que considera exaustiva, nem de manter qualquer associação com o ex-marido. O casal se separou em 2016, dando início a uma série de conflitos judiciais que se mantêm há anos.
Para Murphy, Pitt teria usado a saída da atriz da sociedade da vinícola como instrumento de pressão. "Em vez de fazer o certo e comprar a parte dela pelo preço acordado, o Sr. Pitt, no último minuto, tentou usar a saída dela da Miraval como moeda de troca para forçá-la a assinar um acordo de confidencialidade para encobrir os abusos que cometeu contra ela e os filhos", explica.
"É disso que se trata este caso, e não da renda pessoal dela dos cinco anos anteriores à venda de sua participação", opinou ele.
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