Tim Cook comanda a Apple há 14 anos e tem patrimônio líquido de US$ 2,6 bilhões; seu primeiro emprego foi aos 11 anos, para economizar para a faculdade
Muito antes de se tornar o sucessor de Steve Jobs, Tim Cook aprendeu o valor do esforço
São cinco da manhã em Robertsdale, uma pequena cidade no Alabama. Um garoto de onze anos, um daqueles que parecem "normais demais para serem revolucionários", caminha com uma bolsa pendurada no ombro. Não há plateia, nem aplausos, apenas o barulho de sua bicicleta. Esse garoto se chama Timothy Donald Cook, embora décadas depois seja conhecido simplesmente como Tim Cook.
Muito antes de palestras, apresentações e cifras multimilionárias como CEO da Apple, Cook aprendeu o valor do trabalho constante e da disciplina. Seu primeiro emprego não só lhe permitiu ganhar algum dinheiro, como também compreender a importância do esforço. Qualidades que anos depois seriam aplicadas à empresa californiana.
Aos 11 anos, Cook se tornou "entregador de jornais". O trabalho diário consistia em andar pelas ruas e entregar cópias antes do início das aulas, enfrentando chuva, frio ou calor extremo. Apesar da natureza aparentemente simples do trabalho, ele exigia pontualidade e organização, qualidades que mais tarde se refletiriam em seu estilo de liderança na Apple.
Não há números exatos sobre quanto ele ganhava especificamente, mas sabe-se que um entregador de jornais infantil em 1971 ganhava cerca de US$ 100 por semana, o que hoje equivaleria a cerca de US$ 800, ajustado pela inflação (cerca de R$ 4,37 mil). Pode parecer muito, mas é preciso ter em mente que era algo sazonal.
O importante naquele trabalho, como em tantos outros voltados para jovens, era entender a importância do esforço. De ...
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