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Nem enfermeiros humanos, nem asilos tradicionais: China desenvolve robôs para auxiliar nos cuidados de idosos

Diante do envelhecimento acelerado e da falta de cuidadores, a China aposta em inteligência artificial, sensores e robôs humanoides para complementar os cuidados de milhões de idosos

12 jun 2026 - 15h13
(atualizado em 14/6/2026 às 13h23)
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Robo Humanoide Cuidando De Idoso
Robo Humanoide Cuidando De Idoso
Foto: shutterstock / Xataka

A China possui uma das populações de idosos que mais crescem no mundo. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), até 2040, a parcela de chineses com mais de 60 anos deverá atingir 28% da população. Esse acontecimento é resultado do aumento da expectativa de vida combinado à queda nas taxas de natalidade, uma mudança demográfica que vem pressionando os sistemas de saúde, assistência social e cuidados de longo prazo.

Devido a essa situação, o país está investindo cada vez mais em uma solução inesperada: robôs desenvolvidos para auxiliar idosos no dia a dia. Equipados com sensores, inteligência artificial e sistemas de monitoramento remoto, esses dispositivos já começam a ser utilizados em instituições de longa permanência, centros de reabilitação e residências.

A iniciativa faz parte de uma estratégia nacional que busca responder ao envelhecimento acelerado da população, à escassez de profissionais no setor e ao aumento da demanda por cuidados. E os números ajudam a explicar a urgência: somente em 2025, a China registrou mais de 320 milhões de pessoas com 60 anos ou mais, das quais cerca de 130 milhões vivem sozinhas ou longe dos filhos.

China transforma robôs em auxiliares de cuidadores para enfrentar o envelhecimento da população

Por trás dos robôs que começam a circular em lares de idosos chineses existe uma longa trajetória de investimentos em automação. Há anos, a China lidera a instalação de robôs industriais e construiu uma forte cadeia produtiva que reúne ...

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