Script = https://s1.trrsf.com/update-1780957527/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE
Publicidade

Na Segunda Guerra Mundial, um vilarejo da Lituânia enterrou seu sino para protegê-lo dos nazistas. Ele só foi encontrado em 2024

Objeto sobreviveu à guerra, à ocupação e ao esquecimento. Quem o encontrou foi um agricultor com um detector de metais

2 jun 2026 - 17h07
(atualizado em 4/6/2026 às 08h21)
Compartilhar
Exibir comentários
Sino de Antašava
Sino de Antašava
Foto: Autorius Vilensija e Vadym Alyekseyenko / Xataka

Numa manhã de agosto de 2024, Laurynas Družas voltou a percorrer os arredores de seu vilarejo, Antašava, no norte da Lituânia, com seu detector de metais. Mas, dessa vez, ele teve sorte: encontrou algo sobre o qual havia ouvido falar durante toda a vida. Lá estava ele, a dois metros de profundidade: o sino da igreja de seu vilarejo. 

O campanário da igreja de São Jacinto estava sem sino desde 1942, porque alguém o havia escondido para protegê-lo durante a Segunda Guerra Mundial.

Em 1942, a Lituânia estava ocupada pelos nazistas dentro do Reichskommissariat Ostland (regime civil de ocupação dos países bálticos). No ano anterior, os EUA haviam entrado na guerra e a Alemanha havia fracassado em sua tentativa de conquistar o leste na Operação Barbarossa. Foi nesse contexto que o sino de São Jacinto de Antašava desapareceu.

Družas conta que os moradores do vilarejo arriscaram a própria vida para escondê-lo dos ocupantes. Vale lembrar que o Partido Nazista havia emitido um decreto para confiscar sinos e fundi-los para fins bélicos. E vale destacar que, naquela época, não havia tratores: os moradores fizeram tudo com um cavalo, uma carroça e força bruta.

Foi um verdadeiro ato de resistência e de proteção do patrimônio, além de uma missão extremamente perigosa: esconder um sino que pesa mais de meia tonelada sem que os ocupantes nazistas percebessem.

O sino virou uma lenda. E o tempo passou: Antašava se livrou dos nazistas, a Lituânia deixou de fazer parte da URSS para se tornar...

Veja mais

Matérias relacionadas

Há 30 anos, os fabricantes japoneses chegaram a um acordo: nenhuma motocicleta ultrapassaria os 300 km/h; então surgiu a Suzuki Hayabusa, que atingiu quase 450 km/h

Um drone caseiro acaba de ultrapassar os 700 km/h, colocando o recorde oficial em sério risco

O maior mistério ufológico do Brasil foi desvendado? Steven Spielberg diz que governo dos EUA capturou o ET de Varginha

Se você não lava sua garrafinha de água com frequência, tenha cuidado: a ciência alerta que você está sofrendo um risco invisível transformando a sua água em um reservatório de bactérias

Confirmado: a Fórmula 1 vai limitar a velocidade dos seus novos carros elétricos em Mônaco para evitar um desastre

Xataka
Compartilhar
TAGS

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.

Publicidade
Meu Terra