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Justiça absolve homem acusado de "vingança pornô" na Internet

De acordo com o juiz , a conduta do acusado "não viola nenhuma estatura criminal das quais ele foi indiciado"

27 fev 2014 - 14h33
(atualizado às 15h20)
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Logo do Twitter é exibido na Bolsa de Nova York, 8 de novembro de 2013. Para os executivos de tecnologia que medem as flutuações do mercado para as startups do Vale do Silício, a oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) do Twitter enviou uma mensagem poderosa: velocidade máxima à frente. 08/11/2013
Logo do Twitter é exibido na Bolsa de Nova York, 8 de novembro de 2013. Para os executivos de tecnologia que medem as flutuações do mercado para as startups do Vale do Silício, a oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) do Twitter enviou uma mensagem poderosa: velocidade máxima à frente. 08/11/2013
Foto: Brendan McDermid / Reuters

O primeiro caso de “vingança pornô” foi a Justiça em Nova York na última semana. A sentença apontou que o acusado de postar as fotos de sua ex-namorada nua no Twitter não cometeu crime. Segundo o site da CBS News, Ian Barber colocou e compartilhou fotos de sua ex-namorada no microblog.

De acordo com o juiz Steven Statsinger, a conduta do acusado “embora repreensível, não viola nenhuma estatura criminal das quais ele foi indiciado”. Barber foi acusado de grave assédio, disseminação de vigilância ilegal e exposição pública de material sexualmente ofensivo.  

Para a professora de direito da Universidade de Miami, Mary Anne Franks, as acusações contra Barber não eram aplicáveis ao crime. “É um manual com exemplo de como a lei tem lacunas”, disse a professora à CBS. Nos Estados Unidos apenas três Estados possuem legislação contra este tipo de crime – Alaska, Nova Jersey e a Califórnia.   

Fonte: Terra
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