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Pássaros são dinossauros (literalmente): novas descobertas mostram que a evolução das aves foi muito mais estranha do que você imagina

Novas evidências científicas revelam que as primeiras aves surgiram em múltiplas linhagens, misturando traços "primitivos" e modernos, e que os dinossauros nunca desapareceram de fato

22 jan 2026 - 09h13
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Foto: Xataka

Quando um pardal pousa na natureza ou um pombo atravessa a cidade voando, o que está ali não é apenas uma ave comum, mas o último capítulo de uma história que começou lá na era dos dinossauros, muito antes de qualquer ser humano existir. Um artigo publicado na Nature, uma das revistas científicas mais prestigiadas do mundo, mostra que as primeiras aves surgiram há cerca de 150 milhões de anos, no período Jurássico, em ambientes que hoje correspondem à Europa e ao leste da Ásia.

Fósseis encontrados na Alemanha e na China indicam que esses animais combinavam características curiosas, como penas com dentes, garras nas asas e caudas longas, além de capacidades de voo mais desenvolvidas. Essas descobertas, somadas a análises reunidas pelo Museu de História Natural de Londres, indicam que a evolução das aves não ocorreu em uma sequência única e previsível, mas foi um processo com ramificações, no qual diferentes espécies testaram soluções evolutivas variadas para voar e sobreviver.

A evolução das aves virou um quebra-cabeça porque espécies muito diferentes coexistiram ao mesmo tempo

Por muito tempo, a evolução das aves foi explicada como uma transição relativamente simples, onde pequenos dinossauros terrestres teriam desenvolvido asas aos poucos e aprendido a voar. O problema é que os fósseis mais recentes mostram que, no final do Jurássico, espécies muito distintas já coexistiam.

O Archaeopteryx, encontrado na Alemanha e considerado o elo entre dinossauros e aves, tinha penas, mas ...

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