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Se você tem esse costume aparentemente inofensivo depois do almoço, a ciência tem um alerta urgente: pode ser o primeiro sinal de demência

Estudo que acompanhou idosos por 14 anos aponta que cochilos diários e prolongados podem estar associados ao aumento do risco de Alzheimer — e funcionar como um sinal precoce de declínio cognitivo

7 mar 2026 - 12h15
(atualizado às 13h15)
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Foto: Xataka

Você tem o hábito de tirar um cochilinho depois do almoço ou mais de uma vez por dia? Então cuidado! Se você tem mais de 70 anos e costuma cochilar todos os dias, especialmente por mais de uma hora, talvez valha a pena prestar atenção, pois esse comportamento aparentemente inofensivo pode ser o primeiro sinal de demência.

Um estudo publicado na revista científica Alzheimer's & Dementia acompanhou mais de 1.400 idosos ao longo de 14 anos e identificou uma associação importante entre cochilos diurnos prolongados e maior risco de desenvolver doença de Alzheimer. A pesquisa foi conduzida nos Estados Unidos com participantes entre 74 e 88 anos e utilizou dispositivos que monitoravam o movimento corporal para medir o tempo real de soneca. O resultado mostrou que idosos que cochilavam pelo menos uma vez ao dia ou por mais de uma hora diária tiveram um risco até 40% maior de desenvolver Alzheimer, o tipo mais comum de demência.

Idosos que cochilam diariamente tiveram maior probabilidade de desenvolver Alzheimer

Para entender o impacto do cochilo no envelhecimento cerebral, os cientistas analisaram dados do Rush Memory and Aging Project, um estudo de longo prazo que acompanha idosos da comunidade. Durante duas semanas por ano, os participantes usavam um dispositivo no pulso capaz de detectar períodos prolongados de inatividade entre 9h e 19h, interpretados por eles como cochilos.

Ao longo do tempo, ficou claro que o hábito de cochilar aumenta naturalmente com a idade. No entanto, entre...

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