Em um dos maiores anúncios do mês de março, arqueólogos confirmaram a descoberta de um cemitério perdido durante escavações para a construção de um projeto bilionário de expansão das linhas ferroviárias em Londres. A descoberta vai ajudar os especialistas a esclarecer a morte de milhares de pessoas pela peste negra há mais de 650 anos
O cemitério é a segunda descoberta da era medieval na Inglaterra recentemente, depois que pesquisadores confirmaram, no mês passado, ter encontrado os restos mortais do rei Ricardo III, que morreu em combate em 1485, num estacionamento na região central da Inglaterra
Registros apontam que até 50 mil vítimas da peste negra tenham sido enterradas no local em menos de três anos por causa da peste transmitida pela pulga de ratos, que vitimou ao menos um terço da população do Reino Unido.
Um ancoradouro da era romana, que permaneceu em uso pelo menos até o século 4º, foi descoberto por acidente em Lisboa durante as obras para a construção de um estacionamento subterrâneo. Arqueólogo diz que peças encontradas dão pistas sobre vida cotidiana nos tempos romanos
O sítio arqueológico foi encontrado a cerca de 150 metros da atual margem do Rio Tejo, na Praça D. Luís 1º, no centro da capital de Portugal. Segundo Alexandre Sarrazola, o arqueólogo responsável pelo sítio, a descoberta ajuda a explicar a importância no Império Romano de Olissipo - como Lisboa era chamada na época romana.
Mais de sete anos depois do desaparecimento do museu arqueológico de Usak (oeste da Turquia), um broche de ouro do famoso tesouro do rei Creso, de 2.600 anos, foi devolvido pela Alemanha a Turquia
Uma equipe de arqueólogos egípcios descobriu vestígios de enormes construções fortificadas no povoado dos hicsos, as quais são datadas do século 17 a.C., na Península do Sinai, informou neste sábado o Ministério de Antiguidades do Egito.