A corrida da IA levou a Apple a uma decisão antes impensável: apoiar-se no Gemini para reinventar a Siri
A promessa de uma Siri realmente útil volta a ser colocada à prova neste ano
Em pleno auge da inteligência artificial, com assistentes de voz cada vez mais sofisticados como os do ChatGPT e do Perplexity, a Siri começa a mostrar com clareza excessiva o peso do tempo. Nem sempre entende o que pedimos e costuma tropeçar assim que saímos de alguns poucos padrões predefinidos. Entre promessas que ficaram pelo caminho, tensões internas e mudanças de liderança, a Apple dava a sensação de estar perdendo espaço em uma das corridas tecnológicas mais decisivas da década. E, embora ainda seja cedo para saber se conseguirá reverter essa dinâmica, a empresa acaba de dar um passo de grande impacto: se aliar a um de seus maiores rivais.
A empresa de Cupertino firmou um acordo de colaboração multianual com o Google, pela qual a próxima geração dos chamados Apple Foundation Models vai se apoiar nos modelos Gemini e na tecnologia de nuvem da companhia. Sobre essa base técnica serão construídas as próximas funções do Apple Intelligence, incluindo uma Siri mais personalizada, cuja chegada está prevista "para este ano".
O comunicado oficial acrescenta que, apesar dessa mudança de rumo, o sistema continuará sendo executado nos dispositivos e na plataforma Private Cloud Compute, seguindo seus padrões de privacidade. A Apple insiste que o núcleo operacional do Apple Intelligence permanece "dentro de casa".
O ponto de partida de tudo foi a WWDC 2024. Ali, a Apple apresentou o Apple Intelligence como sua grande resposta ao boom da IA generativa e colocou a Siri no centro dessa...
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