Há alguns anos, as fabricantes disputavam quem tinha o celular mais potente; agora, disputam para que eles não peguem fogo
Alumínio, câmaras de vapor e muita reza
Relato original de Ricardo Aguilar, do Xataka Espanha
Não faz muito tempo, Samsung e Apple tentavam nos convencer de algo: o titânio era o melhor material para um celular de alta gama. Como usuário tanto dos últimos Galaxy quanto do iPhone anterior, devo dizer que concordava: nunca tivemos celulares tão resistentes a quedas, lascas e todo tipo de acidentes do dia a dia.
Com o iPhone 17 Pro, a Apple voltou atrás e retornou ao alumínio. Com o Samsung Galaxy S26 Ultra, a empresa coreana segue o mesmo caminho. O que está acontecendo?
O alumínio voltou e tudo indica que veio para ficar. Uma das principais vantagens que o titânio prometia sobre o alumínio era oferecer maior resistência, algo que o drama dos novos iPhone 17 Pro e seu desgaste prematuro em comparação aos modelos anteriores está demonstrando. Apesar disso, as empresas estão retornando ao alumínio.
Há algo que o novo Galaxy S26 Ultra e o iPhone 17 Pro Max têm em comum: ambos possuem os maiores sistemas de dissipação já incorporados em suas famílias.
Um esforço titânico — ao ponto de redesenhar completamente o chassi no caso do iPhone — para evitar que os celulares cheguem a esquentar nas mãos. E há um ponto chave nessa questão: queremos celulares cada vez mais potentes, mas alguém precisa resfriá-los.
Produzir celulares em titânio também é mais caro e, dada a atual crise de componentes, com a RAM nas alturas e as memórias internas pelo mesmo caminho, um dos poucos cortes que podem ser feitos sem afetar a experiência ...
Matérias relacionadas
Por que nunca se deve conectar o cabo do carregador ao celular antes de ligá-lo na tomada
Vazam as cores dos próximos iPhone 18 Pro e do modelo dobrável; há boas e más notícias