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ByteDance é acusada de ajudar China a rastrear ativistas de Hong Kong

Comitê do Partido Comunista Chinês monitorou manifestantes, de acordo com processo judicial

7 jun 2023 - 15h34
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A gigante ByteDance detém o TikTok e o aplicativo Douyin (disponível apenas na China)
A gigante ByteDance detém o TikTok e o aplicativo Douyin (disponível apenas na China)
Foto: Getty Images / BBC News Brasil

Os membros do Partido Comunista Chinês teriam usado uma credencial de superusuário - também conhecida como “credencial de Deus” na ByteDance, controladora do TikTok - para perseguir ativistas e manifestantes de direitos civis em Hong Kong, disse um ex-executivo da empresa em um processo judicial.

A ByteDance nega as acusações.

Yintao “Roger” Yu, ex-chefe de engenharia da ByteDance nos EUA, descreveu um comitê especial do governo chinês instalado nos escritórios da empresa em Pequim. Segundo ele, o grupo monitorava todos os dados da plataforma, incluindo os de usuários nos EUA.

O ex-executivo da ByteDance afirma que foi demitido por levantar essas acusações. 

“Esta era uma porta dos fundos para qualquer barreira que a ByteDance supostamente tivesse instalado para proteger os dados da vigilância do Partido Comunista”, dizia o processo ao Tribunal Superior de São Francisco, nos EUA.

“A credencial de superusuário era comumente discutida entre funcionários de vários níveis da empresa, incluindo executivos seniores.”

Benjamin Ho, coordenador do Programa China na Escola S. Rajaratnam de Estudos Internacionais em Cingapura (RSIS), diz que se as alegações sobre o acesso do PCC aos dados do usuário forem comprovadas, é provável que exacerbe as tensões geopolíticas existentes entre o EUA e China.

“Os Estados Unidos certamente ficarão muito chateados”, disse ele à revista Time.

O TikTok, que tem cerca de 150 milhões de usuários nos EUA, já está sob intensa pressão governamental em Washington devido a questões de segurança, com alguns legisladores até propondo a proibição do aplicativo no país.

O CEO da TikTok, Shou Zi Chew, testemunhou perante o Congresso e negou que a China tenha acesso aos dados dos usuários do aplicativo.

Fonte: Redação Byte
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