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Brasil humilhou o tanque americano mais letal, mas foi um sonho despedaçado que nunca viu a luz do dia por causa dos… EUA

EE-T1 Osório foi um tanque desenvolvido no Brasil que superou tanques ocidentais Era o favorito da Arábia Saudita para seu exército, mas acabou não sendo comprado

9 jun 2026 - 17h36
(atualizado em 10/6/2026 às 17h24)
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Imagens | Museu Militar Conde de Linhares, Wikimedia
Imagens | Museu Militar Conde de Linhares, Wikimedia
Foto: Imagens | Museu Militar Conde de Linhares, Wikimedia / Xataka

No final da Guerra Fria, no início da década de 1980, a Arábia Saudita precisava modernizar sua frota militar com um novo tanque para seu exército. Então, realizou uma competição internacional para avaliar diversas propostas. Uma empresa brasileira entrou inesperadamente nesse processo de seleção, fabricando um tanque de batalha principal do zero: o EE-T1 Osório.

Este tanque surpreendeu a todos tecnologicamente e chegou a superar tanques europeus e americanos em diversos testes. Mas essa batalha de Davi contra Golias acabou em nada: a Arábia Saudita optou pelo M1 Abrams. Isso levou à falência da empresa e ao fracasso do EE-T1 Osório, que nunca passou da fase de protótipo.

EE-T1 Osório

A Engesa embarcou nesse desafio monumental de competir com os tanques das potências ocidentais. A empresa, especializada em veículos militares, havia desenvolvido veículos blindados de sucesso, mas nunca havia entrado no mercado de tanques de batalha principais. O EE-T1 Osório foi, portanto, sua primeira incursão no segmento de tanques de batalha principais (MBT) - e marcou seu fim.

O Osório tinha tamanho semelhante ao do Leopard europeu e ao do M1 Abrams americano, ultrapassando os 10 metros de comprimento em sua variante mais letal, incluindo o canhão principal. O tanque ostentava os componentes e a tecnologia mais modernos disponíveis no mercado na época.

Por exemplo, sua blindagem bimetálica, uma combinação de aço, alumínio, cerâmica e fibras de carbono, foi desenvolvida pela Engesa. Consistia em...

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