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A Geração Z está perdendo uma habilidade vital que a humanidade domina há 5.500 anos: muitos já não sabem escrever à mão

Cada vez mais instituições de ensino alertam que as novas gerações estão enfrentando sérias dificuldades para escrever à mão

30 set 2026 - 13h44
(atualizado às 17h44)
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Resumo
Nascida na era digital, a Geração Z tem perdido a habilidade de escrever à mão devido ao uso predominante de teclados e celulares. Dominada há mais de 5.500 anos, essa prática traz benefícios cognitivos comprovados, mas seu abandono tem gerado caligrafias ilegíveis e levado estudantes a aulas de reforço para reaprender a redigir no papel. Especialistas alertam que essa imersão em telas ameaça o desenvolvimento analógico e marca o possível declínio de uma tradição histórica vital.
Reprodução
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Foto: Xataka

Jovens de hoje crescem cercados por celulares e computadores, o que, sem grande surpresa, pode trazer consequências negativas para a capacidade de escrever à mão. (Foto: stock.adobe.com - Krakenimages.com)

A chamada Geração Z reúne jovens nascidos, dependendo da classificação sociológica, entre 1995 e 2010 ou de 1997 a 2012. Conhecidos como "nativos digitais", eles foram a primeira geração a ter contato com a internet, celulares e redes sociais desde os primeiros anos de vida.

Porém, essa imersão precoce nas telas tem cobrado um preço cada vez mais evidente no mundo real e analógico.

  • O ponto crítico é a escrita à mão, uma prática que deixamos de lado ao priorizar a digitação rápida em teclados e smartphones.
  • A estimativa geral é de que a humanidade domine a escrita há cerca de 5.500 anos — embora existam até pesquisas sugerindo que nossos ancestrais tenham começado muito antes disso.
  • Se aquele período marcou os primeiros passos da civilização, hoje podemos estar vendo o começo do fim dessa tradição. Uma perda e tanto, já que a ciência comprova inúmeros benefícios cognitivos associados ao papel e à caneta.

O alerta que ecoa em várias salas de aula do mundo

Reino Unido

O jornal britânico The Telegraph retratou o declínio da escrita no fim de 2024 de maneira enfática:

"A caligrafia das crianças piorou a tal ponto que adolescentes do ensino fundamental e médio estão precisando de aulas de reforço para aprender a escrever legivelmente, alertaram especialistas. [...] O uso constante ...

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