11 anos depois do veto europeu à Rússia, um antigo fabricante de chips sofre as consequências: 36 meses de prisão
Um ex-engenheiro da ASML e da NXP foi preso por vazar documentos de fabricação de chips
A indústria de chips e semicondutores continua sendo o agente mais determinante do setor tecnológico. Embora a maioria dos olhares esteja voltada para o avanço da inteligência artificial e suas possibilidades, esses pequenos dispositivos são capazes de alimentar não apenas os modelos de IA, mas qualquer aparelho tecnológico que você tenha ao seu alcance. Por isso, qualquer notícia relacionada ao setor de chips ganha relevância imediata e, como consequência direta disso, a história de German Aksenov se torna um caso exemplar.
Vários veículos internacionais, como o TechSpot, estão divulgando a história de Aksenov, um ex-engenheiro da ASML e da NXP que foi condenado a três anos de prisão nos Países Baixos. O motivo? Apesar das sanções que a União Europeia impôs à Rússia em 2014, isso não impediu que Aksenov traficasse documentos confidenciais e segredos industriais focados na fabricação de chips. Na prática, ele prejudicou diretamente a ASML, a única fornecedora mundial de máquinas de litografia ultravioleta extrema.
O caminho seguido por German Aksenov
A NXP, outra empresa em que trabalhou, não é tão relevante quanto a ASML no setor tecnológico, mas é conhecida por ter participado da invenção da tecnologia NFC junto com a Sony. Graças a esse padrão, muitos usuários passaram a contar com um novo meio de comunicação em campo próximo. Assim, graças à sua experiência em ambas as empresas, Aksenov aproveitou sua posição para transportar fisicamente arquivos confidenciais em pen ...
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