Equador é o país que eleva, em mochilão de 40 mil km pela América do Sul

Vulcões e povoados serranos são os destaques [...]

27 jan 2026 - 11h04

Este conteúdo faz parte do projeto América do Sol, outras imagens da América do Sul, um registro clicado e escrito de um mochilão, entre a Patagônia e a Amazônia brasileira, em busca do destinos sul-americanos menos conhecidos do público brasileiro, como o Equador.

Por quase nove meses, André Lima e o jornalista Eduardo Vessoni estiveram em 84 cidades de 9 países do continente.

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Foto: Eduardo Vessoni / Viagem em Pauta

Equador

Esse país de dimensões discretas e sem fronteiras com o Brasil eleva.

Do alto da capital equatoriana, Quito se esconde entre montanhas e vales. Lá em baixo, igrejas de pontas alongadas e traços góticos tocam o céu da metade do mundo.

Próximo dali, o Cotopaxi, um dos vulcões ativos mais altos do mundo, aguarda, paciente, a subida ofegante daqueles que desafiam a geografia gelada que costuma se esconder sob nuvens.

O segundo vulcão mais alto do Equador, a 5.897 metros sobre o nível do mar, é um dos atrativos naturais da Avenida de los Volcanes ('Avenida dos Vulcões', em português), uma via de cerca de 350 km de extensão, às margens da rodovia Panamericana.

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Esse corredor natural é como uma espécie de rota de fogo com vulcões invocados, em cidades como a capital Quito, Otavalo e Riobamba.

Foto: Eduardo Vessoni / Viagem em Pauta

Em Cuenca, casarões coloniais e templos religiosos não se deixam atingir pelo movimento apressado do centro colonial.

Povoados serranos, de ritmo rural, seguem na direção contrária, onde mulheres indígenas cruzam palhas para a preparação do chapéu Panamá, o mais equatoriano dos produtos latino-americanos.

Foto: Eduardo Vessoni / Viagem em Pauta

O caos de Otavalo, a 2.500 metros sobre o mar, se organiza entre barracas e panos estendidos sobre o chão, uma das maiores feiras populares da América Latina.

Animais em sacolas, ervas naturais milagrosas e instrumentos musicais são algumas das opções curiosas de compras nessa cidade que costuma se fantasiar de feira, uma vez por semana, aos sábados.

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O país eleva, sobretudo as almas cansadas que acabavam de entrar no sexto mês de travessia longe de casa.

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