Quando falta apoio: gravidez de risco e abandono emocional

Quando se fala em gestação, a preocupação com a saúde da mãe e do bebê é fundamental, especialmente em casos de gravidez de risco. Conhecer os sinais precoces e adotar cuidados específicos podem fazer toda a diferença para evitar complicações e promover bem-estar durante esse momento tão delicado.Este artigo traz informações confiáveis e acessíveis, voltadas às mulheres que querem se preparar melhor e acompanhar cada etapa da gestação com segurança. Afinal, entender os sinais de alerta e os cuidados essenciais ajuda a fortalecer a saúde física e emocional nessa fase tão importante da vida.

3 jan 2026 - 10h15

Quando a gestante enfrenta a gravidez sozinha

Um relato recente trouxe à tona uma discussão sensível e necessária: o impacto do abandono emocional durante uma gestação de risco.

A influenciadora Juliana Merhy contou que a reação do ex-companheiro, o ex-jogador Gil Baloi, mudou de forma significativa após a confirmação da gravidez. Segundo ela, o que começou com uma postura aparentemente respeitosa deu lugar ao distanciamento completo, justamente no momento em que enfrentava um quadro delicado de saúde.

O que aconteceu

Juliana relata que, após retornar para São Paulo, o ex-parceiro passou a exigir um exame de paternidade, interrompeu o contato e a bloqueou em canais de comunicação. A gestação, classificada como de risco por conta de placenta prévia e possibilidade de aborto, passou a ser vivida de forma solitária, sem suporte emocional ou prático.

Foto: Divulgação / Alto Astral

De acordo com o relato, a ausência de apoio agravou o estado emocional da gestante. Crises de ansiedade, taquicardia e sintomas depressivos teriam exigido acompanhamento médico e uso de medicação, aumentando o estresse físico e psicológico em um momento que já demandava cuidados intensivos. Mesmo após a confirmação da paternidade por exame de DNA, Juliana afirma que ainda enfrenta dificuldades para obter apoio básico relacionado à gestação.

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Como fica a saúde mental

O caso gerou ampla repercussão e reacendeu discussões importantes sobre saúde mental materna, corresponsabilidade parental e o impacto do abandono emocional durante a gravidez. Especialistas frequentemente alertam que o estresse intenso pode afetar não apenas a gestante, mas também o desenvolvimento do bebê, especialmente em casos de gravidez de risco.

Além disso, o debate vai além de um caso individual e toca em uma realidade vivida por muitas mulheres: a necessidade de redes de apoio, empatia e responsabilidade compartilhada durante a gestação. Comentários de outras mulheres nas redes sociais destacaram como a falta de acolhimento pode agravar sentimentos de medo, insegurança e solidão.

Até o momento, não houve manifestação pública do ex-companheiro sobre o caso. Enquanto isso, Juliana segue buscando garantir os direitos da criança e preservar sua saúde física e emocional, em meio a um período que deveria ser marcado por cuidado e proteção.

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