A morte da atriz turca Ece Irtem, aos 35 anos, gerou comoção não só por ter ocorrido tão precocemente, mas por não se saber até o momento o que a ocasionou. Uma das hipóteses levantadas pela família é de que a jovem tenha morrido em decorrência de uma mordida de macaco em uma viagem feita à Tailândia recentemente.
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O que fazer caso seja mordido por um macaco?
O Ministério da Saúde brasileiro dá algumas recomendações em caso de agressão por parte de algum animal. A primeira delas é lavar abundantemente o local do ferimento com água e sabão, o mais rápido possível, e aplicar produto antisséptico.
A limpeza deve ser cuidadosa, visando eliminar as sujidades sem agravar o ferimento. Os antissépticos recomendados pela pasta são o polivinilpirrolidona-iodo, povidine e digluconato de clorexidina ou álcool-iodado.
Essas substâncias, porém, devem ser usadas somente antes da primeira consulta. O próximo passo é procurar assistência médica e, então, os profissionais de saúde que irão administrar os cuidados com a lesão.
Em caso de suspeita de raiva, o esquema de profilaxia deve ser prescrito pelo médico ou enfermeiro, que avaliará o caso indicando a aplicação de vacina e/ou soro. A vacina em questão deve ser aplicada em quatro doses em intervalos de dias.
Nas orientações dadas pelo Ministério da Saúde vale ressaltar que a raiva não é transmitida apenas por animais silvestres. Cães e gatos também podem transmitir a doença e, nesses casos, se for possível, o ideal é observar o animal por 10 dias para ver se ele manifesta a doença ou morra. Caso o animal adoeça, desapareça ou morra nesse período, o serviço de saúde deve ser informado imediatamente.
Além disso, a mordida de macaco não pode transmitir necessariamente raiva, mas há outras bactérias ali que podem causar outras infecções, como abcessos e septicemia. Este último refere-se a uma resposta inflamatória extrema do organismo a uma infecção, que também pode terminar em morte.