Resumo
O kakapo, ave nativa da Nova Zelândia, destaca-se como o único papagaio não voador e o mais pesado do mundo, além de ter hábitos noturnos. Historicamente dizimada por predadores introduzidos e pela destruição de seu habitat, a espécie chegou à beira da extinção. Hoje, graças a intensos programas de conservação que envolvem monitoramento genético e ilhas-santuário livres de predadores, a população desse carismático animal tem se recuperado lentamente, embora ainda permaneça criticamente ameaçada.
Em setembro de 2026, a Nova Zelândia anunciou que a população oficial de kakapos havia chegado a 325 indivíduos, após a incorporação de 90 filhotes da temporada. O resultado representou um marco histórico, embora a espécie continue criticamente ameaçada de extinção.
Foto: Dianne Mason wikimedia commons / Flipar
1 de 8
Em setembro de 2026, a Nova Zelândia anunciou que a população oficial de kakapos havia chegado a 325 indivíduos, após a incorporação de 90 filhotes da temporada. O resultado representou um marco histórico, embora a espécie continue criticamente ameaçada de extinção.
Foto: Dianne Mason wikimedia commons
2 de 8
O kakapo (Strigops habroptilus) é uma das aves mais raras e curiosas do planeta. Exclusivo da Nova Zelândia, esse papagaio de plumagem verde-amarelada, rosto arredondado e hábitos noturnos não consegue voar. Ameaçado de extinção, é alvo de esforços de conservação, e os novos nascimentos renovam as esperanças de sobrevivência da espécie.
Foto: Dianne Mason wikimedia commons
3 de 8
Com até cerca de 4 quilos, o kakapo é considerado o papagaio mais pesado do mundo. Suas asas são curtas e não permitem o voo, mas a ave consegue caminhar longas distâncias e escalar árvores com habilidade.
Foto: Oscar Dove wikimedia commons
4 de 8
Classificado como criticamente ameaçado de extinção, o kakapo sofreu uma redução drástica de sua população. A introdução de predadores, como gatos, ratos e arminhos, contribuiu para seu desaparecimento de grande parte do território neozelandês.
Foto: Kimberley Collins wikimedia commons
5 de 8
Em 14 de fevereiro de 2026, nasceu o primeiro filhote de kakapo em quatro anos, na ilha Anchor, na Nova Zelândia. O ovo era da fêmea Tīwhiri, mas foi chocado por Yasmine, uma mãe adotiva. O acontecimento renovou as esperanças de recuperação da espécie.
Foto: Lydia Uddstrom/Departamento de
6 de 8
Os kakapos costumam se reproduzir apenas a cada dois a quatro anos, quando ocorre uma grande produção de frutos da árvore rimu. As fêmeas cuidam sozinhas dos ovos e filhotes, tornando cada nascimento especialmente importante para a sobrevivência da espécie.
Foto: Mike Bodie wikimedia commons
7 de 8
O kakapo se alimenta de folhas, brotos, sementes, frutos e outras partes de plantas. Seu bico forte permite triturar materiais vegetais, enquanto o olfato desenvolvido ajuda a encontrar alimentos durante suas atividades noturnas.
Foto: Don Merton, wikimedia commons
8 de 8
Desde 1995, um programa de conservação monitora os kakapos e protege seus ninhos em ilhas livres de predadores introduzidos. Os pesquisadores utilizam transmissores, incubadoras e acompanhamento genético para aumentar as chances de sobrevivência.