A fuga de sete emas em uma região da Alemanha virou dor de cabeça para a gestão pública do estado de Meclemburgo-Pomerânia Ocidental.
Foto: Reprodução/wocomoWILDLIFE / Flipar
1 de 17
A fuga de sete emas em uma região da Alemanha virou dor de cabeça para a gestão pública do estado de Meclemburgo-Pomerânia Ocidental.
Foto: Reprodução/wocomoWILDLIFE
2 de 17
O pequeno grupo escapou de um cercado privado no fim dos anos 1990, na região de Schleswig-Holstein.
Foto: Wikimedia Commons/Nightflyer
3 de 17
Porém, o que parecia algo inofensivo deu origem a uma população que hoje chega a cerca de 450 aves no norte do país.
Foto: Reprodução/wocomoWILDLIFE
4 de 17
Hoje, as emas ocupam uma área de aproximadamente 100 km², caracterizada por grandes campos agrícolas e áreas arborizadas.
Foto: Reprodução/wocomoWILDLIFE
5 de 17
O crescimento rápido ocorreu porque as aves encontraram poucas ameaças naturais e uma vasta disponibilidade de alimento.
Foto: Reprodução/wocomoWILDLIFE
6 de 17
Adaptadas a campos abertos, as emas se deslocam por quilômetros diariamente, o que dificulta sua contenção.
Foto: Reprodução/wocomoWILDLIFE
7 de 17
Apesar de acontecerem alguns atropelamentos em estradas rurais, a população de emas continua a crescer.
Foto: Reprodução/wocomoWILDLIFE
8 de 17
A presença deixou de ser curiosidade turística e virou questão de gestão pública. Agricultores relatam devastação de colheitas — estima-se um prejuízo de 100 euros por ave.
Foto: Reprodução/wocomoWILDLIFE
9 de 17
Plantações de beterrabas e áreas jovens da planta colza são os principais alvos das emas.
Foto: Wikimedia Commons/Iifar
10 de 17
Embora não haja prova conclusiva de dano à biodiversidade local (como predação de insetos nativos), a espécie é vista por muitos como invasora.
Foto: Reprodução/wocomoWILDLIFE
11 de 17
Por outro lado, as aves tornaram-se uma atração para fotógrafos e curiosos, gerando uma espécie de “safári rural”.
Foto: Reprodução/wocomoWILDLIFE
12 de 17
Diante do conflito, o estado incluiu as emas na legislação de caça, permitindo abates controlados como ferramenta para reduzir a população — não erradicá-la.
Foto: Reprodução/wocomoWILDLIFE
13 de 17
As emas são aves grandes e não voadoras nativas da América do Sul, especialmente comuns no Brasil, Argentina e Uruguai.
Foto: 彬彬 王/Pixabay
14 de 17
Podem atingir até 1,70 metro de altura e pesar mais de 30 quilos, sendo conhecidas pelo pescoço longo, pernas fortes e plumagem acinzentada.