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Conheça método japonês para dormir melhor em noites muito quentes

Técnica japonesa simples ajuda a aliviar o calor nas noites de verão e facilita o sono sem uso de ar-condicionado ou ventilador

14 jan 2026 - 22h10

Dormir bem já é um desafio em noites comuns. Quando o calor entra em cena, a missão fica ainda mais difícil. Lençóis grudando na pele, suor, corpo inquieto e a sensação de que o descanso nunca chega fazem parte da experiência de quem enfrenta madrugadas quentes sem ar-condicionado. E, apesar dos ventiladores ajudarem um pouco, nem sempre eles resolvem o problema.

Truque japonês ensina a resfriar lençóis e pijamas para dormir melhor nas noites quentes, sem gastar energia ou ressecar o ar
Truque japonês ensina a resfriar lençóis e pijamas para dormir melhor nas noites quentes, sem gastar energia ou ressecar o ar
Foto: Reprodução: Canva/TrueCreatives / Bons Fluidos

Mas uma prática simples, inspirada em hábitos japoneses, vem ganhando espaço como alternativa econômica e surpreendentemente eficaz para atravessar as noites quentes com mais conforto.

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Um truque simples para noites mais frescas

No Japão, é comum adaptar a rotina de descanso às estações do ano. No verão, além de dormir mais próximo do chão, onde o ar costuma ser mais fresco, existe um cuidado especial com os tecidos que entram em contato com o corpo.

A ideia é direta: antes de dormir, coloque lençóis leves, pijamas ou fronhas dobrados dentro de um saco plástico bem fechado e leve ao congelador por cerca de 30 minutos. Ao retirar, o tecido fica agradavelmente frio e proporciona um alívio imediato ao tocar a pele.

Esse frescor inicial não dura a noite inteira, mas costuma ser suficiente para vencer o momento mais crítico: o início do sono. Ao ajudar o corpo a se resfriar mais rápido, o truque facilita o relaxamento e a chegada do descanso profundo.

Além de lençóis e pijamas, vale testar outros itens: fronhas, máscaras de dormir, toalhas pequenas e lenços leves para nuca ou colo. A dica é escolher tecidos finos e respiráveis, que esfriam rápido e não ficam úmidos.

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Por que funciona?

Durante o sono, o organismo precisa reduzir levemente a temperatura corporal. Quando o ambiente está quente demais, esse processo natural é interrompido, dificultando o adormecer e prejudicando a qualidade do descanso. Ao resfriar diretamente o que toca a pele, cria-se um "atalho térmico": o corpo entende que já pode entrar no ritmo do sono. É uma solução simples, mas alinhada à fisiologia do descanso.

Vantagens que vão além do conforto

Esse método tem pontos positivos importantes, especialmente para quem busca alternativas mais naturais: não consome energia durante a noite, não faz barulho, não resseca o ar (ao contrário do ar-condicionado), é acessível e sustentável. Por isso, pode ser especialmente interessante para crianças, pessoas com alergias respiratórias ou quem prefere evitar aparelhos ligados por muitas horas.

Para potencializar o efeito, vale adotar algumas estratégias complementares: manter o quarto escuro durante o dia, ventilar o ambiente nas primeiras horas da manhã, usar roupas leves e evitar refeições pesadas à noite.

No fim das contas, dormir melhor no calor não precisa envolver grandes investimentos ou tecnologia avançada. Às vezes, um pequeno gesto, como alguns minutos no congelador, já é suficiente para transformar a noite e acordar com mais energia no dia seguinte.

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