Quem é Charlie? Conheça a cachorrinha do Aeroporto Internacional de São Paulo

Se você já foi ao Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, e se deparou com uma vira-lata caramelo, usando roupinha laranja e um crachá, muito provavelmente, conheceu a nova mascote

9 mar 2026 - 14h09

Se você já foi ao Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, e se deparou com uma cachorrinha caramelo, usando roupinha laranja e um crachá, muito provavelmente, conheceu a Charlie. A nova mascote tomou o lugar de uma possível Inteligência Artificial e está encantando quem chega. Entenda:

Se você já foi ao aeroporto de Guarulhos, e se deparou com uma cachorrinha caramelo, usando um crachá, muito provavelmente, conheceu a Charlie
Se você já foi ao aeroporto de Guarulhos, e se deparou com uma cachorrinha caramelo, usando um crachá, muito provavelmente, conheceu a Charlie
Foto: Bons Fluidos

Quem é Charlie, a nova cachorrinha do Aeroporto Internacional?

Inicialmente, Charlie foi vista em setembro de 2025 e ficava passeando pelo local. "Não a pegamos, pois não sabíamos se interagiria bem ou tinha tutor, então ficamos esperando para ver se alguém aparecia enquanto fazíamos o seu monitoramento", contou a gerente de comunicação da GRU Airport, Cintia Nunes, ao 'G1'. Dessa forma, após terem notado que não havia ninguém cuidando dela, adotaram-na.

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"Um dia em que a vimos deitadinha, falei com o CEO da empresa sobre adotar uma mascote, que era uma coisa que vinha sendo discutida. Não queríamos IA. Então ele falou: 'Vamos pegar'. E foi quando acionei a equipe e todo mundo saiu correndo atrás dela no vídeo que viralizou. Foi no dia 4 de setembro do ano passado", detalhou.

A preparação

Após fazer o boletim de ocorrência, dar banho, castrar e vermifugar, a peludinha foi para um hotel-fazenda para ser adestrada. "Antes de apresentá-la ao público do aeroporto e aos funcionários do administrativo como nossa mascote oficial, resolvemos fazer um adestramento para que ela não corresse o risco de derrubar alguém, já que é grande e ama brincar. Tivemos todo esse cuidado para não ficar estressada, garantir sua segurança e também dos colaboradores da empresa e do público em geral que acessa o aeroporto. Então, passamos por um processo de 6 meses até apresentarmos a Charlie para todos", relatou Nunes.

Hoje, ela mora - e é muito bem cuidada - no local citado e vai duas vezes por semana ao aeroporto, pois o intuito nunca foi ser um cão policial, mas um animal que ajuda as pessoas, leva aconchego e serve como suporte emocional. "Não só as crianças, mas os adultos também a adoram, porque ela é muito dada e brincalhona. Então se encantam. Às vezes, alguém já chega aqui estressado e só vai relaxar quando está lá no portão, embarcando. Então, achamos que a Charlie pode ajudar nessa recepção", opinou.

Motivo do nome

Ademais, na hora de escolher o nome, houve uma votação, mas, depois de descartar as duas outras alternativas, a premissa foi seguir o alfabeto fonético aeronáutico. Isso porque, nele, Alpha corresponde a A; Bravo, B e Charlie, C. O outro motivo é que ela costumava ficar sempre perto do portão de mesma letra.

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