Aos 59 anos, Isabela Garcia abre o jogo sobre solteirice, envelhecimento e vaidade: "Não estou competindo"

A atriz de Quem Ama Cuida refletiu sobre liberdade, maturidade, a rejeição a aplicativos de namoro e os desafios da saúde na vida real

21 out 2026 - 09h48
Resumo
Aos 59 anos e solteira há mais de 15 anos, a atriz Isabela Garcia celebra uma fase de tranquilidade e independência. Longe de aplicativos de namoro e livre do ciúme do passado, ela prioriza sua paz, embora aberta a um novo amor. Sem recorrer a intervenções estéticas, a artista encara o envelhecimento com leveza e bom humor, ressaltando que prioriza o conforto e não compete com atrizes mais jovens, apesar de lidar com os incômodos físicos comuns da maturidade.

Longe de relacionamentos sérios há mais de uma década e meia, Isabela Garcia vive uma fase marcada pela tranquilidade e independência. Aos 59 anos, a atriz da novela 'Quem Ama Cuida' revelou ao jornal 'Extra' que se sente plenamente realizada com a sua rotina atual. Confira detalhes:

Isabela Garcia fala sobre viver em paz solteira há 16 anos, vaidade aos 59, envelhecimento e o impacto de sua personagem na novela Quem Ama Cuida
Isabela Garcia fala sobre viver em paz solteira há 16 anos, vaidade aos 59, envelhecimento e o impacto de sua personagem na novela Quem Ama Cuida
Foto: Reprodução/Globoplay / Bons Fluidos

"Meus gêmeos tinham 5 anos quando nos separamos. O pai deles é maravilhoso, nos damos super bem. Mas eu fiquei muito voltada para as crianças. Já namorei muito, casei muito também (risos). Hoje, estou em paz. Gosto de dormir sozinha na minha cama. Mas, se eu conhecer alguém legal, vou viver isso de boa", declarou.

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Distância dos apps e um novo olhar de Isabela Garcia

Para a famosa, a busca por um parceiro não é uma prioridade e passa bem longe da tecnologia. Nesse sentido, ela prefere deixar que as coisas aconteçam de forma natural:

  • Sem aplicativos de namoro: "Acredito que esses apps sejam para quem está a fim de sair e curtir. Se eu der um beijo é porque eu já estou pensando em namorar. Se estivesse me apaixonado, talvez me empenhasse para dar certo."

  • Adeus ao ciúme: "Eu era muito ciumenta. Hoje, tenho um outro olhar sobre as relações. Estou meio hippie no pensamento. Reclamação sem motivo, ficar enchendo o saco da pessoa, ligando e querendo controlar, não dá. A gente amadurece", completou.

Vaidade, conforto e os desafios de envelhecer

Com uma carreira consolidada, a artista lida com o passar dos anos de maneira leve, sem se render a pressões estéticas ou intervenções invasivas.

"Não sou vaidosa. Já morei numa casa em que o meu quarto nem tinha espelho. Não pensava nisso. Eu me preocupo mais com o meu conforto. Nunca fiz nada na minha cara, dá para perceber (risos). 'Ah, mas você não quer?'. Não vou, gente. Não estou competindo com meninas mais novas por papel, graças a Deus. Meu espaço é outro. Mas não gosto das coisas chatas que vêm com o envelhecimento, como as dores e a menopausa. Está tudo caindo", relatou com bom humor.

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