Angelina Jolie revela que não namora desde o divórcio de Brad Pitt: 'Focada nos meus filhos'

Angelina Jolie contou que não se envolveu com ninguém desde o fim do casamento com Brad Pitt e revelou como as conversas com as filhas mudaram sua forma de enxergar a vida

1 jul 2026 - 22h06

Depois de um relacionamento que durou mais de uma década e de um divórcio amplamente acompanhado pela mídia, Angelina Jolie decidiu seguir um caminho diferente do que muitas pessoas costumam fazer após o fim de um casamento. Em entrevista, a atriz abriu o coração sobre sua vida afetiva e contou como as conversas com as filhas têm transformado a forma como enxerga a si mesma.

Angelina Jolie revelou por que não namora desde o divórcio com Brad Pitt e contou como as filhas a ajudaram a redescobrir sua identidade
Angelina Jolie revelou por que não namora desde o divórcio com Brad Pitt e contou como as filhas a ajudaram a redescobrir sua identidade
Foto: Reprodução: James Devaney/GC Images / Bons Fluidos

Segundo Angelina, o amor romântico deixou de ocupar o centro de sua vida nos últimos anos. Em vez disso, ela escolheu dedicar sua energia aos filhos, à família e ao próprio processo de reconstrução.

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Dez anos sem um novo relacionamento

Em conversa com o Yahoo Entertainment, a atriz revelou que não teve nenhum relacionamento amoroso público (nem privado, segundo ela) desde o fim do casamento com Brad Pitt. "Para ser sincera, não namoro desde que me divorciei, há dez anos. Então, acabo pensando que esse lado meu não está no centro da minha vida se estou focada nos meus filhos, na minha família".

Angelina e Brad iniciaram o relacionamento em 2005, oficializaram a união em 2014 e anunciaram a separação dois anos depois. Desde então, o processo envolvendo o ex-casal teve diversos desdobramentos judiciais e familiares.

As conversas com as filhas despertaram novas reflexões

Mãe de seis filhos - Maddox, Pax, Zahara, Shiloh e os gêmeos Knox e Vivienne - Angelina contou que, agora que as filhas estão mais velhas, as conversas entre elas ganharam uma nova profundidade. Ao ouvir as jovens falando sobre relacionamentos, expectativas e futuro, a atriz percebeu que também passou a refletir sobre a própria trajetória.

"Estou descobrindo algo agora que minhas filhas estão mais velhas. Elas estão falando comigo como mulheres jovens, e estou percebendo o que quero para elas. Estou vendo o que não quero que elas percam e o que quero que elas valorizem. E isso está me lembrando do que talvez eu tenha perdido". Para a atriz, esse diálogo tem funcionado como uma oportunidade de revisitar desejos e partes da própria identidade que ficaram em segundo plano ao longo dos anos.

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Redescobrindo a mulher além da maternidade

Angelina Jolie explicou que a maternidade continua sendo uma parte essencial de sua vida, mas acredita que as próprias filhas têm incentivado um reencontro com outras versões de si mesma.

"Acho que, de certa forma, elas estão me trazendo de volta a quem eu era antes. Meu desejo de que elas tenham toda a força, abertura, delicadeza, fé e ferocidade está me lembrando disso. Acho que elas querem que eu não seja apenas mãe. Existe um espaço diferente para eu ser essa mulher novamente, que não é apenas uma mãe".

O relato mostra como a relação entre mães e filhos também pode se transformar com o passar do tempo, dando lugar a conversas mais maduras e capazes de gerar reflexões para ambos os lados.

"Preciso viver de novo"

Ao falar sobre esta nova etapa, Jolie afirmou que não encara a chegada dos 51 anos como um sinal de que a vida está desacelerando. Pelo contrário: ela sente que ainda há muito para experimentar.

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"As coisas estão mudando, mas de um jeito que eu não esperava. Não me sinto como se tivesse 51 anos e começasse a pensar em envelhecer. Estou pensando que preciso viver de novo. Ser livre de novo. De certa forma, talvez a vida tenha me quebrado um pouco".

Mais do que comentar sua vida amorosa, a atriz compartilhou uma reflexão sobre recomeços. Suas palavras mostram que reconstruir a própria identidade depois de um período difícil pode ser um processo longo, mas também uma oportunidade de redescobrir desejos, fortalecer a autonomia e abrir espaço para novas formas de viver.

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