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Após os 60 anos, vitamina C é essencial; ciência explica motivo

Estudo internacional revela que a falta desse nutriente no organismo pode acelerar o envelhecimento cerebral e prejudicar a memória

22 jun 2026 - 20h41

Manter a mente afiada e a memória intacta é um dos maiores desejos de quem passa dos 60 anos. A ciência acaba de descobrir que a chave para essa longevidade cognitiva pode estar em um nutriente muito conhecido de todos nós. Uma pesquisa recente revelou que a vitamina C desempenha um papel muito mais profundo no organismo do que apenas proteger contra gripes e resfriados. Ela atua diretamente na preservação das estruturas cerebrais.

Estudo internacional revela que a falta de vitamina C no organismo pode acelerar o envelhecimento cerebral e prejudicar a memória
Estudo internacional revela que a falta de vitamina C no organismo pode acelerar o envelhecimento cerebral e prejudicar a memória
Foto: bit245/Getty Images / Bons Fluidos

Segundo especialistas, o avanço da idade exige uma atenção redobrada com o que colocamos no prato. Isso porque o declínio cognitivo natural pode ser desacelerado se o corpo receber o combustível certo. É exatamente aí que o nutriente se transforma em um aliado indispensável para garantir autonomia e lucidez na melhor idade.

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O que diz a ciência sobre o nutriente

Para compreender essa ligação essencial, cientistas da Universidade de Hirosaki, no Japão, conduziram um monitoramento robusto. O estudo, publicado na renomada revista científica PLOS One, avaliou a saúde de 2.044 adultos com mais de 64 anos. A equipe de pesquisadores analisou minuciosamente exames de ressonância magnética e amostras de sangue dos voluntários.

Os resultados, então, foram surpreendentes e acenderam um alerta para a saúde pública. Os idosos que apresentavam níveis mais baixos de vitamina C no plasma sanguíneo mostraram uma redução visível no volume de massa cinzenta do cérebro. Da mesma forma, os testes apontaram menor conectividade na chamada rede de modo padrão, que é a estrutura neurológica responsável por controlar processos vitais como a atenção e a memória autobiográfica.

Por outro lado, quem mantinha os índices da vitamina em dia conseguiu preservar essas áreas de forma muito mais eficiente. Dessa forma, a partir dos resultados, os cientistas comprovaram que a presença do nutriente no sangue está diretamente ligada à proteção da arquitetura cerebral contra os efeitos do tempo.

Como incluir a vitamina C na rotina

Como o corpo humano não produz essa substância sozinho, a única forma de garantir seus benefícios é por meio da ingestão diária. Felizmente, abastecer o organismo é uma tarefa simples e saborosa. Especialistas explicam que a melhor estratégia é apostar em alimentos frescos e variados ao longo do dia:

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  • Frutas cítricas potentes: laranja, limão, tangerina e kiwi são fontes clássicas e fáceis de consumir;
  • Campeões ocultos: a acerola e a goiaba concentram quantidades altíssimas do nutriente, superando os benefícios da própria laranja;
  • Vegetais no prato: brócolis, couve e pimentão amarelo enriquecem as refeições principais e blindam o sistema nervoso.
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