Um projeto universitário de conclusão de curso na Bob Jones University, que fica na Carolina do Sul, nos Estados Unidos, acabou transformando a rotina de uma menina de 7 anos ao unir engenharia, impressão 3D e soluções personalizadas no campo da engenharia assistiva.
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Um projeto universitário de conclusão de curso na Bob Jones University, que fica na Carolina do Sul, nos Estados Unidos, acabou transformando a rotina de uma menina de 7 anos ao unir engenharia, impressão 3D e soluções personalizadas no campo da engenharia assistiva.
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O responsável pela iniciativa foi Vitaliy Bondarchuk, estudante de engenharia mecânica, que decidiu dedicar seu trabalho de conclusão de curso ao desenvolvimento de uma prótese para a irmã mais nova, Bella, nascida com uma redução congênita no braço esquerdo.
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Em vez de criar um braço artificial com múltiplas funções, ele optou por uma estrutura simples e adaptável, composta por uma base fixa e acessórios intercambiáveis voltados para tarefas específicas. A proposta nasceu após o estudante perceber que muitos modelos existentes não atendiam às necessidades práticas da irmã.
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Bella participou do projeto desde o início e ajudou a definir quais ferramentas seriam realmente úteis em sua rotina. Entre os acessórios desenvolvidos estão um suporte para segurar cartas de UNO, um espaço para encaixar pincéis, uma lanterna e outros dispositivos que facilitam diferentes atividades.
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A prótese permanece presa ao braço por tiras de velcro e permite a troca rápida dos acessórios conforme a necessidade. Essa solução reduz a complexidade do equipamento e oferece maior conforto para o uso diário. O desenvolvimento exigiu cerca de 100 horas de trabalho ao longo de quatro meses.
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Durante esse período, Bondarchuk utilizou softwares de modelagem, impressoras 3D e diversos protótipos até alcançar um encaixe confortável e funcional. O projeto também recebeu atenção especial para evitar atrito entre o material plástico e a pele, além de garantir segurança e praticidade.
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Algumas peças precisaram ser refeitas após testes, o que permitiu aperfeiçoar o resultado final. A iniciativa recebeu nota máxima na universidade e passou a ser utilizada diariamente por Bella, que definiu a experiência como "ótima". Além do reconhecimento acadêmico, o projeto chamou atenção por mostrar como a tecnologia pode oferecer soluções acessíveis para desafios cotidianos.
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Após concluir a graduação, Bondarchuk ingressou em um programa de liderança da GE voltado à área de manufatura, mas afirmou que pretende continuar aperfeiçoando a prótese da irmã à medida que ela crescer. Como as necessidades de uma criança mudam com o tempo, novos acessórios poderão ser criados para tornar o equipamento ainda mais útil em diferentes fases da vida.