Papa Leão XIV tem noite tranquila após cirurgia para retirada de tumor, diz Vaticano

Pontífice, de 71 anos, deve permanecer internado por pelo menos uma semana após procedimento que confirmou adenocarcinoma pulmonar

14 out 2026 - 07h33
Resumo
O papa Leão XIV, de 71 anos, teve uma noite tranquila após passar por uma cirurgia bem-sucedida de 90 minutos para a retirada de um tumor cancerígeno no pulmão direito, no Hospital Gemelli, em Roma. O procedimento confirmou o diagnóstico de adenocarcinoma pulmonar. Com previsão de internação por pelo menos uma semana, o pontífice teve suas audiências suspensas até 20 de outubro, mas continua no pleno exercício de suas funções e no comando da Igreja Católica, informou a Santa Sé nesta quarta-feira.
Papa Leão XIV é diagnosticado com câncer no pulmão após retirar nódulo em cirurgia
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O papa Leão XIV passou uma noite tranquila após ser submetido a uma cirurgia para a retirada de um tumor cancerígeno no pulmão direito, informou o Vaticano nesta quarta-feira, 14. "Mais informações serão divulgadas ao longo do dia", acrescentou a Santa Sé, em mensagem publicada no Telegram.

O pontífice está internado no Hospital Policlínico Gemelli, em Roma, na Itália, onde foi submetido a uma operação na terça-feira, 13. Durante o procedimento, que durou cerca de 90 minutos, os médicos removeram o lobo inferior do pulmão direito para retirar uma massa cancerosa.

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Segundo o Vaticano, a intervenção confirmou o diagnóstico de adenocarcinoma pulmonar, identificado nos exames pré-operatórios. A cirurgia foi concluída com sucesso, dentro do tempo previsto e conforme o planejamento, e o papa retornou ao quarto após o procedimento.

Leão XIV, de 71 anos, havia revelado no domingo, 11, que os médicos encontraram um pequeno nódulo no pulmão e recomendaram sua remoção. A previsão é que ele permaneça hospitalizado por pelo menos uma semana. As audiências do pontífice foram canceladas até 20 de outubro.

Apesar da internação, Leão XIV mantém plenamente suas atribuições como papa. As normas do Vaticano preveem procedimentos para a transferência do poder em caso de morte ou renúncia do pontífice, mas não estabelecem um mecanismo semelhante para situações de doença ou perda de consciência. Assim, mesmo durante a cirurgia, o comando da Igreja Católica permaneceu com o pontífice.

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