Novos detalhes do caso de Christina Maria Plante, dada como desaparecida aos 13 anos e encontrada viva recentemente, foram revelados pelo Departamento do Xerife do Condado de Gila, no Arizona (EUA). Ela teria saído de casa propositalmente com a ajuda de parentes.
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"Acho que ela [Plante] não estava feliz com o lugar onde morava e com quem morava, e fugiu”, afirmou o capitão Jamie Garrett, em entrevista ao programa Jesse Weber Live, da NewsNation, nesta quinta-feira, 2.
Christina foi vista pela última vez em 15 de maio de 1994, quando saiu de sua casa, em Payson, Arizona, para ir a pé até um estábulo, onde ficava seu cavalo. Na época, os policiais e voluntários se uniram para realizar buscas terrestres, pois o sumiço dela foi considerado como "em perigo e em circunstâncias suspeitas".
Ela foi incluída nos bancos de dados nacionais de crianças desaparecidas, mas seu caso acabou arquivado por falta de vestígios de seu paradeiro. No entanto, o gabinete confirmou na última quarta, 1º, que a mulher foi localizada viva após 32 anos. Para isso, os investigadores utilizaram os dados da Unidade de Casos Arquivados, em conjunto com as novas tecnologias e técnicas.
“Fiquei perplexo”, confessou o investigador. “Pensei: 'Meu Deus! Então você fugiu.' Eu disse a ela: 'Sabe, tínhamos a impressão de que alguém a havia sequestrado? Isso foi considerado um crime”, explicou.
Garrett informou que falou com ela ao telefone e confirmou que Christina usa um nome diferente hoje em dia. “Ela disse que isso foi há muito tempo, que era uma vida antiga”, afirmou o capitão. Ainda segundo a autoridade, hoje com 44 anos, a mulher tem a própria família e sequer pensa sobre o desaparecimento.