Militares dos EUA não serão mais obrigados a tomar vacina contra gripe, diz secretário de Defesa

21 abr 2026 - 16h14

O Pentágono não ‌exigirá mais que os membros das Forças Armadas dos Estados Unidos tomem a vacina contra a gripe, disse o secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, nesta terça-feira.

"Estamos aproveitando este momento para ⁠descartar quaisquer obrigatoriedades absurdas e exageradas que apenas ‌enfraquecem nossas capacidades de combate. Nesse caso, isso inclui a vacina universal contra a gripe ‌e a obrigatoriedade por trás ‌dela", disse Hegseth em um vídeo publicado ⁠no X.

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"A noção de que a vacina contra a gripe deve ser obrigatória para todos os membros do serviço, em todos os lugares, em todas as circunstâncias, em todos os momentos, é ‌excessivamente ampla e não é racional."

A decisão elimina ‌a exigência de ⁠saúde pública ⁠em um momento em que o governo do presidente dos ⁠Estados Unidos, Donald ‌Trump, tem se ‌movimentado amplamente para reduzir as recomendações federais de vacinas, incluindo para crianças.

Os militares revogaram a obrigatoriedade de vacina Covid-19 em 2023, depois que ⁠o ex-presidente Joe Biden, em 2021, ordenou que os membros das Forças Armadas dos EUA fossem vacinados, apesar das objeções dos republicanos. Milhares de membros do ‌serviço foram dispensados por se recusarem a ser vacinados.

Há cerca de 1,3 milhão de membros do ⁠serviço ativo. Há mais de 750.000 membros adicionais da Guarda Nacional e da Reserva.

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda a vacina contra a gripe para pessoas a partir de 6 meses de idade.

Os fabricantes de vacinas Sanofi , CSL Seqirus, GSK e AstraZeneca não estavam imediatamente disponíveis para comentários.

Hegseth disse que, de acordo com a nova política, aqueles que desejassem tomar a vacina continuariam livres para fazê-lo, mas disse: "Não vamos forçá-los."

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