Líderes do G7 pedem redução das tensões entre Israel e Irã, mostra esboço de declaração

Somente os Estados Unidos não assinou a declaração, segundo fontes. A prioridade do grupo é proteger a estabilidade dos mercados

16 jun 2025 - 11h46
(atualizado às 12h14)
Prédios são atingidos por um míssil balístico iraniano em Rehovot, Israel, ao sul de Tel Aviv, em 15 de junho de 2025.
Prédios são atingidos por um míssil balístico iraniano em Rehovot, Israel, ao sul de Tel Aviv, em 15 de junho de 2025.
Foto: Gili Yaari/NurPhoto via Getty Images

Os líderes do G7 têm um esboço de declaração conjunta pedindo a redução do conflito entre Israel e Irã, de acordo com duas fontes e um documento visto pela Reuters.

No entanto, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não assinou a declaração, disseram as fontes.

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No esboço, os líderes se comprometem a proteger a estabilidade dos mercados, incluindo os mercados de energia, e dizem que Israel tem o direito de se defender.

A Casa Branca não respondeu imediatamente a um pedido de comentário.

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Israel começou as ofensivas contra o Irã na última sexta-feira, 13, alegando estar neutralizando o desenvolvimento de armas nucleares do país árabe. Além disso, Jerusalém afirmou que atualmente "domina os céus de Teerã".

A declaração foi dada pelo primeiro-ministro Benjamin Netanyahu durante um encontro com pilotos da Aeronáutica na base aérea de Tel Nof, acompanhado do ministro da Defesa, Israel Katz.

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"Em nome do povo e do Estado de Israel, vocês estão fazendo coisas extraordinárias. A Aeronáutica Militar israelense domina os céus de Teerã, e isso muda completamente a natureza da campanha", afirmou Netanyahu.

Segundo o último levantamento, 224 pessoas morreram nos ataques isralenses ao Irã, enquanto 20 pessoas morreram em Israel.

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