O jovem morto no domingo (22) pelo Serviço Secreto dos Estados Unidos por entrar na residência do presidente Donald Trump em Mar-a-Lago era obcecado pelos arquivos do pedófilo Jeffrey Epstein e acreditava que havia um "acobertamento do governo" que permitia com que pessoas poderosas "saíssem impunes" do caso.
A informação foi divulgada pelo TMZ, citando uma troca recente de mensagens de texto entre o homem de 21 anos identificado como Austin Tucker Martin e alguns colegas que trabalharam com ele em um campo de golfe na Carolina do Norte.
"Não sei se você leu sobre os arquivos Epstein, mas o mal é real e inegável", escreveu Martin em uma das mensagens datada de 15 de fevereiro.
"O melhor que pessoas como você e eu podemos fazer é usar a pouca influência que temos. Conte para outras pessoas o que você ouvir sobre os arquivos Epstein e o que o governo está fazendo a respeito. Conscientize as pessoas", reforçou o rapaz poucos dias antes de invadir a propriedade de Trump em Mar-a-Lago e ser morto a tiros.