Roupas de Guantánamo e de reféns do EI não são coincidência

No momento das decapitações, vítimas dos jihadistas vestiam camisetas laranjas, uniforme dos prisioneiros da prisão norte-americana em Cuba

5 fev 2015 - 14h23
(atualizado às 17h09)
<p>Imagem parada de vídeo publicado na mídia social que mostra um homem que seria o piloto jordaniano Kasaesbeh, antes de sua execução pelo Estado Islâmico</p>
Imagem parada de vídeo publicado na mídia social que mostra um homem que seria o piloto jordaniano Kasaesbeh, antes de sua execução pelo Estado Islâmico
Foto: Social media via Reuters TV / Reuters

Um oficial graduado da área da defesa dos Estados Unidos disse não ser uma "coincidência" o fato de vídeos recentes do Estado Islâmico com execuções cruéis de reféns da Jordânia e Japão mostrarem as vítimas usando roupas laranjas, "consideradas por muitos como um símbolo da prisão norte-americana em Guantánamo".

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Brian McKeon, principal subsecretário de políticas de defesa, fez a afirmação durante depoimento em uma comissão do Senado.

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McKeon afirmou que o presidente dos EUA, Barack Obama, e sua equipe de segurança acreditam que a continuidade das operações no centro de detenção de Guantánamo "é usada por extremistas violentos para incitar populações locais".

"Não é uma coincidência os vídeos recentes do Estado Islâmico mostrarem a cena bárbara do piloto jordaniano queimando e a execução salvagem do refém japonês com as vítimas usando a roupa laranja, considerada por muitos como símbolo de Guantánamo", disse.

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Desvendando o Estado Islâmico

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