Uma executiva do grupo JPMorgan foi acusada de usar de seu poder para assediar e abusar sexualmente de um funcionário júnior, que é casado. A denúncia diz que a mulher de 37 anos teria ameaçado a carreira do rapaz e o coagido a praticar "atos sexuais não consensuais e humilhantes".
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De acordo com o Daily Mail, o funcionário afirma que a executiva admitiu tê-lo drogado por diversas vezes e que chegou a repreendê-lo enquanto chorava durante um ato sexual não consensual.
A queixa foi apresentada sob anonimato no Tribunal de Justiça de Nova York na última segunda-feira, 27. O rapaz optou por esconder a identidade para preservar a própria imagem e da família.
A empresa também foi acusada de acobertar o caso. Ao jornal, um porta-voz da JPMorgan disse que a empresa fez uma investigação interna sobre o caso.
“Após a investigação, não acreditamos que haja qualquer fundamento nessas alegações. Embora vários funcionários tenham cooperado com a investigação, o denunciante se recusou a participar e se negou a fornecer fatos que seriam essenciais para sustentar suas alegações”.
Segundo a denúncia, os abusos da executiva começaram assim que ela começou a trabalhar junto com o rapaz que a acusa, em 2024. Em um dos primeiros casos, a mulher deixou uma caneta cair perto do rapaz e apertou sua perna ao abaixar para pegar o objeto.
“Você jogava basquete na faculdade? ... Eu adoro jogadores de basquete... eles me deixam tão excitada”, teria dito. As investidas, então, passaram a ficar mais intensas e, após um convite negado para sair, ela o ameaçou.
“Se você não transar comigo logo, vou te arruinar... nunca se esqueça, eu sou sua dona”, teria falado a mulher".