6 coisas que você talvez não saiba sobre Hillary Clinton

8 nov 2016 - 09h39
(atualizado às 10h13)
Nos tempos de primeira-dama, o serviço secreto deu a Hillary o codinome de 'Evergreen' ('Sempre-Viva')
Nos tempos de primeira-dama, o serviço secreto deu a Hillary o codinome de 'Evergreen' ('Sempre-Viva')
Foto: Getty Images

Hillary Clinton tem uma consagrada carreira política: já foi primeira-dama, senadora e secretária de Estado (cargo equivalente ao ministro das Relações Exteriores no Brasil). E agora pode se tornar a primeira mulher a presidir os EUA.

Confira seis coisas que você talvez não saiba sobre ela.

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1) Codinome ' Evergreen '

Quando foi primeira-dama dos Estados Unidos, durante os dois mandatos do marido Bill (1993-2001), Hillary era chamada pelo serviço secreto de "Evergreen" ("Sempre-Viva", em tradução livre). Já o presidente americano era conhecido como "Eagle" ("Águia"). A filha deles, Chelsea, era chamada de Energy ("Energia").

O serviço secreto dos EUA usa tradicionalmente codinomes para designar autoridades e outras figuras políticas importantes de Washington.

De acordo com o protocolo, todos os codinomes dos membros da família protegida devem começar com a mesma letra.

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Hillary também ganhou um Grammy - o mais importante prêmio da música dos Estados Unidos
Foto: Getty Images

2) Ganhadora de um Grammy

Hillary ganhou um Grammy ─ o mais importante prêmio de música dos EUA ─ em 1997 pelo melhor álbum de palavra falada.

O prêmio foi dado pela versão em áudio do seu livro sobre educação infantil It Takes a Village: And Other Lessons Children Teach Us (publicado em português como É tarefa de uma aldeia - E outras lições que as crianças nos ensinam).

Hillary escreveu vários livros, incluindo uma autobiografia, Living History (Vivendo a História, em português), em 2003.

Hillary foi a primeira primeira-dama eleita para um cargo público nos Estados Unidos
Foto: DAVID AKE / BBC News Brasil

3) Primeira primeira-dama a concorrer a um cargo público

Em 2000, Hillary Clinton concorreu ao Senado pelo Estado de Nova York e tornou-se a primeira primeira-dama eleita para um cargo público nos EUA.

Seis anos depois, foi reeleita com ampla margem de votos.

4) Rodham, Clinton ou Rodham Clinton?

Quando se casou com o ex-presidente americano Bill Clinton (1993-2001), em outubro de 1975, Hillary Rodham decidiu não adotar o sobrenome do marido.

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"Eu queria ter minha própria identidade", explicou.

A decisão de não usar o nome de casada em uma sociedade conservadora foi usada politicamente contra Bill Clinton quando ele se candidatou ao governo do Estado do Arkansas.

Em 1980, ela adotou o sobrenome do marido para evitar prejuízos à carreira política dele. Tornou-se Hillary Rodham Clinton.

O sobrenome de solteira foi omitido no ano 2000, quando saiu candidata ao Senado por Nova York.

No ano passado, disse ao jornal The Washington Post que prefere ser chamada de Hillary Clinton.

Hillary tentou manter o nome de solteira mas desistiu porque isso prejudicava a carreira política do marido
Foto: Senado dos EUA

5) Não dirige desde 1996

Em 2014, disse que não dirigia um carro desde 1996. A declaração, descrita por ela como um dos "arrependimentos" de sua vida pública, foi feita para um auditório lotado na Convenção da Associação Nacional de Concessionárias de Automóveis em Nova Orleans.

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"A última vez que dirigi um carro foi em 1996 e me lembro muito bem disso. Infelizmente, o serviço secreto também e é por isso que eu nunca mais dirigi", brincou.

6) Ajudou a tirar Nixon da Casa Branca

HIllary fez parte da equipe de advogados que investigou o então presidente Richard Nixon, em 1974.

Ele renunciou ao cargo antes de sofrer o impeachment pelo envolvimento no escândalo de espionagem e corrupção de Watergate.

Analistas consideram, no entanto, que a investigação da qual Hillary participou foi decisiva para a renúncia de Nixon.

Hillary teve uma carreira de sucesso como advogada, iniciada bem antes do casamento com Bill Clinton.

Produziu trabalhos acadêmicos e publicou artigos sobre direitos das crianças e políticas públicas para a infância em conceituadas revistas como Harvard Educational Review e The Yale Law Journal.

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