DJ brasileira é presa suspeita de comandar rede de prostituição em Portugal

Segundo a Polícia local, Rebeka Episcopo é suspeita de aliciar mulheres brasileiras para trabalhar em casas de luxo em Lisboa e Cascais

3 abr 2025 - 18h08
(atualizado às 23h08)
Resumo
A DJ brasileira Rebeka Episcopo foi presa em Portugal sob suspeita de integrar uma rede de prostituição de luxo com conexões no Brasil. Durante a operação, foram apreendidos valores em dinheiro, armas e equipamentos eletrônicos.
DJ brasileira Rebeka Episcopo, conhecida como Beka
DJ brasileira Rebeka Episcopo, conhecida como Beka
Foto: Reprodução/Instagram

A DJ brasileira Rebeka Episcopo, conhecida como Beka, foi presa nesta terça-feira, 2, em Portugal, suspeita de integrar uma rede de prostituição de luxo que recrutava mulheres brasileiras. A informação foi divulgada pelo jornal português Público.

A Polícia de Segurança Pública (PSP) prendeu cinco pessoas, incluindo um policial afastado do serviço. Durante a operação, foram cumpridos 17 mandados de busca e apreensão contra os alvos da investigação, que resultaram na apreensão de:

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  • €107 mil (cerca de R$ 642 mil) em dinheiro vivo
  • Uma arma calibre 22, dois carregadores e 32 munições
  • Duas espingardas calibre 12
  • 17 celulares, oito computadores e três tablets
  • Dispositivos de videovigilância e comunicação por rádio
  • Cartões bancários, terminais de pagamento e cheques de €5 mil (cerca de R$ 30 mil) cada

Além de exploração de prostituição, o grupo é suspeito de sonegação à Segurança Social, o sistema previdenciário de Portugal. Todos os detidos foram levados ao Tribunal e, em seguida, encaminhados à prisão.

A polícia acredita que a rede atua além de Portugal, com possíveis conexões no Brasil, onde Rebeka aliciaria mulheres para trabalhar em casas de luxo em Lisboa e Cascais.

A DJ, que tem 64 mil seguidores no Instagram, também se apresenta como produtora, modelo e empresária -- dona de dois spas voltados ao público de alta renda.

Terra entrou em contato com a assessoria de Rebeka, mas não obteve retorno. O espaço segue aberto para manifestações.

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Fonte: Redação Terra
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