Cinco ativistas italianos foram identificados em meio ao cerco de colonos israelenses no vilarejo de Qusra, na Cisjordânia ocupada.
De acordo com informações divulgadas nesta sexta-feira (14), o grupo, formado por quatro mulheres e um homem com idades entre 20 e 40 anos, foi retirado do local pela polícia, segundo a qual, a área foi declarada zona militar.
O Ministério das Relações Exteriores da Itália confirmou que está acompanhando a situação por meio de sua Unidade de Crise, em coordenação com o consulado em Jerusalém e a embaixada em Tel Aviv.
Os ativistas estavam na casa de uma família palestina para "levar solidariedade" aos moradores, constantemente assediados por colonos de Israel. A situação piorou com o cerco em Qusra nos últimos dias, privando a população local de acesso a agua e comida.
Em declaração à ANSA, um dos italianos afirmou que a casa da família palestina em que estavam foi cercada no domingo (9).
"Estávamos lá para acompanhar a situação quando os extremistas chegaram e montaram uma barraca no pátio da residência, mas permanecemos com a família", contou.